quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Por que optar pelos orgânicos?

Comprar apenas produtos orgânicos e gastar um pouco mais ou
optar por alimentos mais baratos, mas produzidos à base de pesticidas e
hormônios?A questão não é fácil de ser respondida, mas o consumidor tem sido
cada vez mais tentado pelo aumento da oferta. Hoje é possível encontrar --além
de verduras e frutas-- sucos, óleos, carnes, ovos e até cervejas e vinhos
orgânicos. Segundo o Instituto Biodinâmico, uma das mais de 20 instituições que
certifica esses alimentos no Brasil, o consumo de orgânicos aumenta 30% a cada
ano, apesar de o preço ser de 30% a 50% mais caro do que os produtos
convencionais.A produção orgânica preconiza uma filosofia que tem como objetivo
final o equilíbrio sustentável do ambiente. No cultivo, estão proibidos os
agrotóxicos, adubos químicos e as sementes transgênicas. Os animais são criados
sem uso de hormônios de crescimento, anabolizantes ou outras drogas como os
antibióticos. "O produtor usa os recursos do ambiente sem alterar suas
características", explica Paulo Stringheta, professor de Tecnologia de Alimentos
da Universidade de Viçosa (MG).Mas ainda não existe um consenso sobre as
vantagens nutricionais dos orgânicos. Algumas pesquisas, segundo Stringheta,
mostraram que a planta orgânica teria um teor vitamínico mais concentrado. "Como
ela trabalha de forma estressada, sem a ajuda de substâncias químicas para sua
autodefesa, deve produzir mais substâncias antioxidantes", diz.Para a professora
do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Faculdade de Ciências
Farmacêuticas da USP Silvia Maria Cozzolino, não é possível afirmar que os
orgânicos sejam mais ricos. Aliás, o fato de não conterem agrotóxicos também não
os torna a única opção no mercado para quem se preocupa com a saúde. "Uma boa
higiene dos vegetais é capaz de retirar os resíduos tóxicos. O risco de uma
intoxicação, nesses casos, é mínimo."Uma pesquisa da Unicamp ilustra ainda mais
a importância de lavar bem os alimentos e parece tirar dos morangos o título de
vilão das crianças. A professora Maria Cecília Toledo, da Faculdade de
Engenharia de Alimentos, constatou que, ao lavar os morangos com água, foi
possível retirar 90% dos resíduos de agrotóxico da fruta. Segundo a
pesquisadora, casos de intoxicação são raros no Brasil e, quando acontecem,
atingem principalmente os agricultores, e não o consumidor. "A higienização é fundamental", afirma o
nutrólogo Mauro Fisberg, da Unifesp.Partidários da sustentabilidade.
Fonte: Folha de São Paulo
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Melatonina O MAIS POTENTE ANTIOXIDANTE NATURAL

Porque a melatonina foi proibida no Brasil ? Pergunta sem
resposta
A melatonina, N-acetil-5metoxitriptamina, é um hormônio sintetizado pela glândula pineal, caracteristicamente no período noturno, porém ela também é fabricada na retina e no trato gastro-intestinal. O seu caráter altamente lipofílico lhe permite atravessar a membrana dos pinealócitos e das células endotélias e rapidamente atingir a corrente circulatória. Do sangue ela facilmente se espalha pelo liquido intersticial de todo organismo e alcança o compartimento intracelular, onde se fixa principalmente dentro do núcleo, no DNA. Até bem pouco tempo, sabia-se somente que a melatonina apresentava alguns efeitos endócrinos e mediava o ritmo circadiano, através da interação com receptores específicos. Recentemente, descobriu-se que a sua ação primaria, independe da interação com receptores, possuindo a melatonina o efeito de funcionar como um potente varredor do radical hidroxila, a mais poderosa espécie reativa tóxica do oxigênio. A melatonina também é capaz de estimular a atividade da glutationa peroxidase, cuja função é metabolizar o peróxido de hidrogênio, precursor do radical hidroxila.Como agente anti – radical livre ela é mais potente que a glutationa e o manitol e a sua presença no núcleo aponta para o seu papel protetor do DNA. A melatonina é produzida principalmente pela glândula pineal durante a noite, isto é, no escuro. A escuridão é o requisito absoluto para a sua produção e liberação e a luz rapidamente suprime a sua síntese. Esta é a razão da concentração de melatonina no sangue e nas células serem 3 a 10 vezes maiores à noite. Quando o indivíduo acorda e recebe a luz intensa do sol da manão a melatonina se transforma em serotonina, hormônio do bom humor. Com ojá escrevemos a melatonina também é produzida na retina e no trato gastrointestinal. Durante o envelhecimento a produção de melatonina sofre um declínio gradual. Nas pessoas com idade superior a 75 anos, o seu ritmo de síntese nas 24 horas é somente uma pequena fração daquele observado nas pessoas de 20 a 30 anos, o que faz atribuir à melatonina um possível papel nas fases iniciais e no desenvolvimento das doenças degenerativas da idade. O mecanismo da queda de produção da melatonina pineal durante o envelhecimento deve-se a dois fatores. Um deles é a diminuição do número de receptores beta- adrenérgicos pós-sinápticos dos pinealócitos com o avançar da idade. É a norepinefrina que estimula tais receptores à noite, aumentando o ritmo de produção de melatonina. Outro fator é a alteração das estruturas do sistema nervoso central que governa a síntese noturna do hormônio. Tais estruturas são expostas, durante toda a vida aos radicais livres, até que surgem lesões suficientes para diminuir a síntese da melatonina.Quanto ao seu poder antioxidante a melatonina em um sistema “in vitro” de geração de radicais hidroxila, apresenta efeito varredor 5 vezes maior que a glutationa e 14 vezes mais potente que o manitol. Estes resultados são muito importantes porque a glutationa e o manitol são excelentes varredores de radicais livres, o primeiro agindo no intracelular e o segundo no intersticial. O efeito anti- radical livre da melatonina também foi demonstrado “in vivo” e em uma das moléculas mais importantes do organismo: o DNA.. Quando se administra 300 mg/kg de extrato oleoso de sassafrás a ratos, observa-se em 24 horas o aparecimento de lesão maciça do DNA dos hepatocitos. A administração prévia de 0,2 mg/kg de melatonina reduz em 40% a lesão do DNA. Aumentando-se a dose de melatonina para 0,4 mg/kg reduz-se para apenas 1% a lesão do DNA. Sabe-se que a bomba de cálcio do coração (ATPase dependente de Ca/Mg) exibe um ritmo circadiano e que a pinealectomia abole tal ritmo. Sabe-se também que os radicais livres inibem a atividade desta bomba e a melatonina a estimula. A melatonina também possui a propriedade de reduzir a gravidade de uma condição provocada pelos radicais livres, o diabetes melitus induzido no camundongo pelo aloxano.A melatonina como vimos está mais concentrada no núcleo das células do que no citoplasma e existem evidencias que ela não somente esta presente no núcleo como também se encontra ligada ao DNA, à cromatina ou à heterocromatina. Tais fatos nos levam a pensar sobre um dos efeitos mais importantes da melatonina: proteger o DNA dos efeitos devastadores do radical hidroxila, a proteção contra o câncer.A melatonina pode ser considerada como um excelente antioxidante tanto pelos seus efeitos fisiológicos e farmacológicos como pela ausência de efeitos colaterais. Mesmo quando empregada em doses altíssimas e por vários anos, ela não provoca efeitos colaterais em humanos, exceto a indução de sono. A sua lipossolubilidade a torna de fácil absorção pelo trato gastrointestinal e mucosa bucal ou olfativa. Estando as espécies reativas tóxicas de oxigênio, implicadas em grande número de doenças, assim como no envelhecimento, a descoberta da melatonina como poderoso agente antioxidante natural, abre novas perspectivas ao nosso conhecimento: a melatonina desempenharia, ao lado de outros sistemas de defesa, papel protetor contras os radicais livres de oxigênio, diminuindo a incidência das doenças degenerativas da idade e interferindo no próprio envelhecimento celular. A melatonina já foi empregada com sucesso na supressão de quadros de disincronia circadiana (síndrome do fuso – horário e inversão da noite pelo dia) e mostrou-se benéfica como coadjuvante no tratamento da depressão, ansiedade, hiperatividade, confusão mental e fadiga. A melatonina é mais uma das substâncias esquecidas pelos médicos , talvez por ser catalogada como droga órfã e portanto sem nenhum interesse financeiro para a industria farmacêutica.
A melatonina, N-acetil-5metoxitriptamina, é um hormônio sintetizado pela glândula pineal, caracteristicamente no período noturno, porém ela também é fabricada na retina e no trato gastro-intestinal. O seu caráter altamente lipofílico lhe permite atravessar a membrana dos pinealócitos e das células endotélias e rapidamente atingir a corrente circulatória. Do sangue ela facilmente se espalha pelo liquido intersticial de todo organismo e alcança o compartimento intracelular, onde se fixa principalmente dentro do núcleo, no DNA. Até bem pouco tempo, sabia-se somente que a melatonina apresentava alguns efeitos endócrinos e mediava o ritmo circadiano, através da interação com receptores específicos. Recentemente, descobriu-se que a sua ação primaria, independe da interação com receptores, possuindo a melatonina o efeito de funcionar como um potente varredor do radical hidroxila, a mais poderosa espécie reativa tóxica do oxigênio. A melatonina também é capaz de estimular a atividade da glutationa peroxidase, cuja função é metabolizar o peróxido de hidrogênio, precursor do radical hidroxila.Como agente anti – radical livre ela é mais potente que a glutationa e o manitol e a sua presença no núcleo aponta para o seu papel protetor do DNA. A melatonina é produzida principalmente pela glândula pineal durante a noite, isto é, no escuro. A escuridão é o requisito absoluto para a sua produção e liberação e a luz rapidamente suprime a sua síntese. Esta é a razão da concentração de melatonina no sangue e nas células serem 3 a 10 vezes maiores à noite. Quando o indivíduo acorda e recebe a luz intensa do sol da manão a melatonina se transforma em serotonina, hormônio do bom humor. Com ojá escrevemos a melatonina também é produzida na retina e no trato gastrointestinal. Durante o envelhecimento a produção de melatonina sofre um declínio gradual. Nas pessoas com idade superior a 75 anos, o seu ritmo de síntese nas 24 horas é somente uma pequena fração daquele observado nas pessoas de 20 a 30 anos, o que faz atribuir à melatonina um possível papel nas fases iniciais e no desenvolvimento das doenças degenerativas da idade. O mecanismo da queda de produção da melatonina pineal durante o envelhecimento deve-se a dois fatores. Um deles é a diminuição do número de receptores beta- adrenérgicos pós-sinápticos dos pinealócitos com o avançar da idade. É a norepinefrina que estimula tais receptores à noite, aumentando o ritmo de produção de melatonina. Outro fator é a alteração das estruturas do sistema nervoso central que governa a síntese noturna do hormônio. Tais estruturas são expostas, durante toda a vida aos radicais livres, até que surgem lesões suficientes para diminuir a síntese da melatonina.Quanto ao seu poder antioxidante a melatonina em um sistema “in vitro” de geração de radicais hidroxila, apresenta efeito varredor 5 vezes maior que a glutationa e 14 vezes mais potente que o manitol. Estes resultados são muito importantes porque a glutationa e o manitol são excelentes varredores de radicais livres, o primeiro agindo no intracelular e o segundo no intersticial. O efeito anti- radical livre da melatonina também foi demonstrado “in vivo” e em uma das moléculas mais importantes do organismo: o DNA.. Quando se administra 300 mg/kg de extrato oleoso de sassafrás a ratos, observa-se em 24 horas o aparecimento de lesão maciça do DNA dos hepatocitos. A administração prévia de 0,2 mg/kg de melatonina reduz em 40% a lesão do DNA. Aumentando-se a dose de melatonina para 0,4 mg/kg reduz-se para apenas 1% a lesão do DNA. Sabe-se que a bomba de cálcio do coração (ATPase dependente de Ca/Mg) exibe um ritmo circadiano e que a pinealectomia abole tal ritmo. Sabe-se também que os radicais livres inibem a atividade desta bomba e a melatonina a estimula. A melatonina também possui a propriedade de reduzir a gravidade de uma condição provocada pelos radicais livres, o diabetes melitus induzido no camundongo pelo aloxano.A melatonina como vimos está mais concentrada no núcleo das células do que no citoplasma e existem evidencias que ela não somente esta presente no núcleo como também se encontra ligada ao DNA, à cromatina ou à heterocromatina. Tais fatos nos levam a pensar sobre um dos efeitos mais importantes da melatonina: proteger o DNA dos efeitos devastadores do radical hidroxila, a proteção contra o câncer.A melatonina pode ser considerada como um excelente antioxidante tanto pelos seus efeitos fisiológicos e farmacológicos como pela ausência de efeitos colaterais. Mesmo quando empregada em doses altíssimas e por vários anos, ela não provoca efeitos colaterais em humanos, exceto a indução de sono. A sua lipossolubilidade a torna de fácil absorção pelo trato gastrointestinal e mucosa bucal ou olfativa. Estando as espécies reativas tóxicas de oxigênio, implicadas em grande número de doenças, assim como no envelhecimento, a descoberta da melatonina como poderoso agente antioxidante natural, abre novas perspectivas ao nosso conhecimento: a melatonina desempenharia, ao lado de outros sistemas de defesa, papel protetor contras os radicais livres de oxigênio, diminuindo a incidência das doenças degenerativas da idade e interferindo no próprio envelhecimento celular. A melatonina já foi empregada com sucesso na supressão de quadros de disincronia circadiana (síndrome do fuso – horário e inversão da noite pelo dia) e mostrou-se benéfica como coadjuvante no tratamento da depressão, ansiedade, hiperatividade, confusão mental e fadiga. A melatonina é mais uma das substâncias esquecidas pelos médicos , talvez por ser catalogada como droga órfã e portanto sem nenhum interesse financeiro para a industria farmacêutica.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
CANAPÉ DE PALMITO COM PASTA DE DAMASCO E HORTELÃ
Fonte: Guia da Culinária
Ingredientes
50 unidades em rodela de palmito Gini (Inaceres)
...
400g de ricota fresca
500 ml de creme de leite
250g de damasco
1 maço de hortelã
50ml de azeite
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Modo de Preparo:
Coloque no processador a ricota, o azeite, o hortelã e o damasco, bata até homogeneizar, acrescente o creme de leite e finalize com sal e pimenta do reino. Coloque a pasta em um saco de confeitar para ir adicionando sobre cada rodela de palmito Gini. Ao final, decorar com uma folha de hortelã.
DICAS
Quantidade para 10 pessoas.
500 ml de creme de leite
250g de damasco
1 maço de hortelã
50ml de azeite
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Modo de Preparo:
Coloque no processador a ricota, o azeite, o hortelã e o damasco, bata até homogeneizar, acrescente o creme de leite e finalize com sal e pimenta do reino. Coloque a pasta em um saco de confeitar para ir adicionando sobre cada rodela de palmito Gini. Ao final, decorar com uma folha de hortelã.
DICAS
Quantidade para 10 pessoas.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
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