quinta-feira, 12 de julho de 2012
COMO EVITAR O GANHO DE PESO COM OS ALIMENTOS DE BAIXO ÍNDICE GLICÊMICO.
Como sabemos um dos pilares da medicina antienvelhecimento é a reeducação alimentar através da dieta em zona metabólica, onde controlamos os níveis de insulina através de alimentos de baixo índice glicêmico e usamos com mais freqüência as gorduras, principalmente as do bem (poliinsaturadas, insaturadas e triglicerídes de cadeia média).
Neste post falaremos dos alimentos de baixo índice glicêmico e como evitar a obesidade.
Quanto maior a quantidade açúcar despejada no sangue maior o índice glicêmico do alimento e maior será a liberação de insulina, hormônio que tem a função de metabolizar este açúcar.
A insulina em níveis altos é um hormônio anabólico que forma gordura e músculos.
Entenda a sequencia de eventos:
1-ALIMENTO COM ALTO I.G
2-AUMENTO DE INSULINA
3-AUMENTO DE PESO
4-RESISTÊNCIA A INSULINA
5-OBESIDADE
6-DIABETES TIPO 2
7 INFARTO – AVC – IMPOTÊNCIA
Entenda melhor:
A insulina é produzida pelo pâncreas para reduzir o nível de glicose no sangue. Assim, quando um batalhão de açúcar invade a sua corrente sanguínea, após ingerir um pão francês, por exemplo, a insulina entra em cena como o policial que vai capturar esses marginais e pôr ordem no local.
O que não puder ser despachado para os músculos e para o fígado para ser transformado em energia (glicogênio), ou aproveitado pelo corpo, é aprisionado na forma de gordura. E, uma vez que a insulina está presente, dificilmente ela liberará esse estoque para ser convertido em energia.
O gerenciamento desse hormônio é uma das formas mais eficazes de perder peso. Quanto mais o seu corpo produzir insulina, mais o seu organismo ficará resistente a emagrecer.
E qual a melhor maneira de controlar a insulina? Não é difícil adivinhar: cortar a ingestão de açúcar, pão francês, massas, doces, batata comum e arroz branco. Simples não?
Lembrete: todos os alimentos contendo carboidratos se transformam em açúcar no final do processo metabólico
Alimentos de alto índice glicêmicos são necessários em momentos de aumento de demanda por energia como antes, durante ou pós alguma atividade física intensa e em hipoglicemias.
Mas em atividades físicas, recomendamos o uso destes alimentos principalmente depois da atividade, mas de preferência as frutas ou suco de frutas como o de melancia e laranja.
Em outras situações que não necessitam de tanta energia o excesso de glicose se transforma em gordura através de insulina, podendo aumentar os triglicérides, causar obesidade e levar ao Diabetes tipo 2, como descrito acima
Os alimentos com baixo índice glicêmico, em suma, são ricos em FIBRAS e estas diminuem a absorção de glicose não elevando excessivamente o seu nível sanguíneo.
Além disso, as fibras ajudam a diminuir a absorção de colesterol dos alimentos e aumenta o bolo fecal forçando o organismo a gastar mais energia para a digestão.
Resumindo os benefícios dos alimentos de baixo índice glicêmico:
• Reduzem o apetite
• Estimulam a queima de gordura corporal
• Aumentam o metabolismo e melhoram o transito intestinal
• Aumentam o HDL
• Diminuem as triglicérides
• Diminuem a resistência a insulina ou pré diabetes na qual a insulina torna se ineficaz levando a hipertensão, aterosclerose (artérias entupidas), doenças cardiovasculares (infartos do miocárdio e AVC) E Alzheimer
Para sabermos qual o índice glicêmico de cada alimento foi criada uma classificação – veja abaixo
O alimento referencia é o açúcar simples que tem índice = 100
Alimentos com IG baixo: abaixo de 55
Alimentos com IG intermediário: entre 55 – 70
Alimentos com IG alto: mais de 70
Refrigerantes....................68
Suco de maça...................46
Suco de laranja.................40
Abacaxi ...........................66
Banana.............................55
Cereja..............................22
Damasco desidratado.......31
Maçã............................... 38
Melancia..........................108
Laranja.............................44
Passas...............................64
Tâmara desidratada.........103
Cenoura cozida...............44
Uva..................................46
Amendoim......................12
Barra de chocolate..........49
Batata frita......................75
Bolo simples....................67
Pipoca.............................55
Sorvete............................61
Leite desnatado..............32
Iogurte sem gordura com açúcar de frutas..........33
Iogurte sem gordura sem açúcar de frutas...........14
Batata inglesa cozida......63
Beterraba........................64
Milho enlatado................55
Bagel...............................72
Baguete francesa.............95
Biscoito tipo waffer.........77
Bolacha de água..............78
Croissant..........................67
Pão branco tipo Frances..70
Pão integral.....................60
Pão de levedo.................57
All brain..........................51
Aveia..............................55
Corn Flakes....................84
Farelo de aveia..............74
Mel................................58
Mingau de aveia............49
Musli.............................56
Arroz arbóreo................44
Arroz branco.................87
Arroz integral............... 55
Feijão cozido................48
Feijão de lima...............32
Feijão manteiga............31
Feijão mulatinho..........27
Feijão de soja...............18
Grão de bico enlatado..42
Lentilha........................30
Alguns alimentos e seu teores de fibras:
Verduras e Legumes
1 prato de espinafre 18,50 g
300 g de alho-poró 8,93 g
1 prato de brócolis 8,00 g
1 prato de cenouras 5,60 g
1 prato de couve-bruxelas 5,60 g
1 prato de repolho 5,40 g
1 prato de acelga 5,30 g
1 alcachofra 5,00 g
1 prato de couve 4,60 g
Cereais
1 lata pequena de milho 8,50 g
60 g de massas integrais 5,40 g
60 g de Muslim 4,40 g
50 g de pão integral 4,20 g
60 g de arroz integral 2,00 g
1 colher de café de farelo de trigo 2,00 g
40 g de flocos de aveia 2,80 g
60 g de massas normais 2,00 g
50 g de baguete 1,30 g
60 g de arroz branco 0,80 g
Grãos
1 prato de feijão 7,60 g
1 prato de ervilha seca 6,90 g
1 prato de grão-de-bico 6,80 g
1 prato de lentilhas 3,50 g
Frutas
50 g de figos secos 9,10 g
100 g de framboesas 7,40 g
50 g de tâmaras 4,30 g
10 g de damasco seco 4,00 g
40 g de avelãs 3,60 g
1 fatia de abacaxi 3,60 g
1 abacate 3,30 g
40 g de azeitonas pretas 3,20 g
100 g de morangos 3,10 g
1 maçã (com casca) 3,00 g
150 g de ameixas 3,00 g
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O que são Hormônios Bioidênticos.
Hormônios Bioidênticos vs. Hormônios
Sintéticos
Não-Bioidênticos
Os hormônios bioidenticos (isomoleculares) são idênticos aos produzidos pelo organismo humano. O termo bioidêntico é classificado como um neologismo pseudocientífico que se refere aos hormônios endógenos.
São
hormônios, como o próprio nome diz, idênticos aos hormônios que a natureza
produz em nosso corpo. São substâncias que possuem exatamente a mesma estrutura
química e molecular encontrada nos hormônios naturalmente produzidos no corpo
humano. Por esta razão, ocupam os mesmos receptores (fechadura) dos hormônios
presentes nas células com a mesma exatidão do hormônio humano (chave). Ao serem
repostos e absorvidos pelo organismo, são prontamente reconhecidos pelos
receptores provocando o que chamamos de ‘resposta terapêutica fisiológica’. Os
hormônios bioidênticos são capazes de reduzir de forma substancial os riscos de
alguns tipos de câncer.
Ao
contrário, os hormônios sintéticos (não-bioidênticos) possuem uma estrutura
molecular tridimensional diferente dos hormônios endógenos. Da mesma forma que a
cópia mal acabada de uma chave, os hormônios sintéticos não ocupam os receptores
dos hormônios (fechadura) com a mesma perfeição que o hormônio bioidêntico,
provocando o que chamamos de ‘resposta terapêutica não-fisiológica’. Ou seja, as
células recebem uma mensagem diferente daquela produzida pelo hormônio endógeno,
e, ao longo do tempo, por acúmulo de mensagens erradas, e em pessoas que já
sejam geneticamente susceptíveis, pode haver um aumento da incidência de certos
tipos de câncer.
Tipos de hormônios:
1) Natural: Cuja fonte é a
natureza (animal, vegetal, mineral) sem sofrer nenhuma modificação
artificial.
2) Sintético: Produzido por meio de um processo
artificial, em laboratório.
3) Bioidêntico: Hormônio cuja estrutura molecular é
idêntica a do equivalente encontrado no organismo humano (isomolecular). Os
hormônios bioidênticos (ou isomoleculares) podem ser de origem sintética ou
natural.
A Modulação Hormonal
Bioidêntica visa deixar os níveis hormonais em uma concentração ideal, ou seja,
a concentração em que o organismo trabalha de forma otimizada e plena, mantendo
o corpo em elevado estado físico, psíquico e emocional.
![]() |
| Note a ligação incompleta entre o hormônio sintético não biodêntico e seu receptor celular |
Hormônios bioidênticos presentes no mercado:
O termo ‘bioidêntico’ é
utilizado para preparações que contêm hormônios.
Quais são?
Quais são?
-
Estradiol (E2)
-
Estriol(E3)
-
Dehidroepiandrosterona (DHEA)
-
7 Keto DHEA
-
Pregnenolona
-
Progesterona
-
Testosterona
-
Melatonina
-
Tiroxina
-
Triiodotironina
-
Hormônio do crescimento humano (GH) produzido por tecnologia recombinante
-
Gonadotrofina Coriônica Humana - HCG
-
Ocitocina
Não são cópias, são
idênticos, por isso não produzem os efeitos colaterais de forma semelhante aos
produzidos pelos hormônios não-bioidênticos
Existem
disponíveis no mercado formulações de hormônios bioidênticos que podem ser
administrados através de várias rotas e formas, incluindo, cápsulas de
liberação-lenta,cremes e géis transdermicos, comprimidos sublinguais, cápsulas
e supositórios vaginais.
Nos
Estados Unidos, tem predominado o uso de hormônios não bioidênticos nos últimos
40-50 anos, iniciando-se com a introdução dos contraceptivos orais na década de
1960.
Talvez
o fator mais significativo do crescente interesse pelo uso dos hormônios
bioidênticos é o medo ou a suspeita dos malefícios que a terapia de reposição
com hormônios sintéticos pode causar. As pesquisas a respeito dos riscos
associados à terapia com hormônios sintéticos têm estimulado as mulheres a
discutirem outras formas de terapia. Isto ficou mais evidente com os resultados
do estudo US government-sponsored Women´s
Health Iniciative (WHI) de 2002.
Vantagens do uso de hormônios bioidênticos sintéticos ou naturais:
De
acordo com os resultados de um estudo recentemente publicado no periódico Postgraduate Medicine, há dados
fisiológicos e clínicos suficientes que demonstram que os hormônios
bioidênticos, sintéticos ou naturais, estão associados à redução do risco de se
desenvolver câncer de mama e doenças cardiovasculares, além de serem mais
eficazes que os hormônios sintéticos não-bioidênticos.
Atualmente,
a modulação hormonal bioidêntica é o método mais indicado para as terapias
hormonais.
Os
hormônios bioidênticos:
●
Melhoram a qualidade de vida dos pacientes;
●
Diminuem a inflamação crônica ou sub clínica
● Não
aumentam o risco de câncer;
●
Devem ser administrados pela via correta. (IMPORTANTÍSSIMO)
Os
hormônios sexuais testosterona, estradiol, estriol e progesterona quando
usados por via oral passam pelo fígado logo depois de absorvidos pelo
estomago/intestino (a chamada primeira passagem hepática) e podem influenciar
na coagulação sanguinea predispondo a tromboses (Infarto Agudo do Miocárdio,
Acidente Vascular Cerebral, Tromboembolismo Venoso Profundo, etc.)
Já
quando usado pela via transdérmica (pela pele) não há essa primeira passagem
hepática e ao contrário, eles protegem de tromboses como sempre protegeram ao
longo da vida.
Exemplos
de casos de trombose:
- Usuárias de anticoncepcional oral
- Idosos que estão com quedas hormonais importantes.
Vantagens dos hormônios bioidênticos
manipulados
As preparações manipuladas de hormônios bioidênticos oferecem vantagens indiscutíveis quando se compara com preparações hormonais industrializadas. Larga margem de variação nas dosagens, uso de veículos excipientes especiais, como gel transdérmico, concentração e composição individualizadas, permitem que se atinja o objetivo terapêutico de uma forma mais rápida, fisiológica e específica, respeitando as necessidades individuais de cada pessoa, elemento que, notoriamente, asseguram maior tolerabilidade, menor incidência de efeitos adversos e maior eficácia terapêutica.
![]() |
| Note a ligação completa entre um hormônio bioidêntico e seu receptor celular |
terça-feira, 10 de julho de 2012
O Estresse e suas conquêncidas devastadoras físicas e hormonais.
O Cortisol e o Stress
Segundo o Wikipédia o estresse (português
brasileiro) ou stresse (português europeu) pode ser definido como a soma de
respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos
(estressores) e que permitem ao indivíduo superar determinadas exigências do
meio-ambiente e o desgaste físico e mental causado por esse processo.
Veja os tipos de
stress a que estamos sujeitos:
1. Acontecimentos biográficos críticos :são
acontecimentos localizáveis no tempo e no espaço,que exigem
uma reestruturação profunda da situação de vida e provocam reações
afetivo-emocionais de longa duração. Esse acontecimentos podem ser positivos e
negativos.Exemplos são casamento, nascimento de um filho, morte súbita de uma
pessoa, acidente, etc.
2. Estressores traumáticos: são um tipo
especial de acontecimentos biográficos críticos que possuem uma
intensidade muito grande e que ultrapassam a capacidade adaptativa do indivíduo
Exemplo: sequestro.
3. Estressores cotidianos: são
acontecimentos desgastantes do dia-a-dia, que interferem no
bem-estar do indivíduo e que veem essas experiencias como ameaçadoras,
magoantes, frustrantes ou como perdas. Exemplos são problemas com o peso ou com
a aparência, problemas de saúde de parentes próximos que exigem cuidados,
aborrecimentos com acontecimentos diários (cuidados com a casa, aumento de
preços, preocupações financeiras, etc.)
4. Estressores crônicos: são situações ou condições que se extendem por
um período relativamente longo e trazem consigo experiências
repetidas e crônicas de estresse (exemplos: excesso de trabalho, desemprego,
etc.) e situações pontuais (ou seja com começo e fim definidos) que trazem
consigo consequências duradouras (Exemplo: estresse causado por problemas
decorrentes do divórcio).
Toda ação
merece uma reação
A forma como cada
indivíduo reaje externamente a situações estressantes é determinada quando
ainda estamos na barriga de nossas mães. Ao longo da vida percebemos que reagir
de forma adequada a um evento estressante é imprescindível para a sobrevivência
e mais ainda para a convivência harmoniosa. Algumas pessoas reagem de forma mais
intensa por simplesmente serem desta forma, e daí, caso queiram ajuda, a melhor
solução seria a psicoterapia.Já outras, com o passar dos anos,vão se tornando
intolerantes ao stress e isto acaba prejudicando seu relacionamentos familiares,
sociais, amorosos e até no trabalho.
Muitas vezes, essa
transformação é consequência de eventos estressores crônicos, mas nada impede
que um evento agudo de forte intensidade leve a isso ( estressor
trumático).
Uma coisa é fato, quanto
mais velho, menor a tolerância ao stress, pelo menos para a maioria.
A forma com nosso
organismo reage quimicamente também é individual, mas apenas na intensidade e
na duração de cada fase. A sequência de eventos hormonais que ocorre em nosso
organismo é similar na maioria das vezes.
Reação de alarme: a glândula
hipófise secreta maior quantidade do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) que
age sobre as glândulas supra-renais. Estas passam a secretar mais hormônios
glicocorticóides, como o cortisol. Este por sua vez inibe a
síntese proteica e aumenta a quebra de proteínas nos músculos, ossos e nos
tecidos linfáticos. Todo esse processo provoca um aumento do nível de
aminoácidos no sangue, que servem ao fígado para a produção de glicose,
aumentando assim o nível de açúcar no sangue.Essa fase é
denominada Fadiga Adrenal Aguda. Veja logo abaixo
seus sinais e sintomas.
Estágio de
resistência: é o começo da falência parcial da supra
renal.Muitas vezes os níveis de cortisol estão normais mas o indivíduo já é
apresenta sintomas de Fadiga Crônica, é uma fase de transição .
Estágio de esgotamento: não
cessando a fonte de estresse, as glândulas supra-renais se esgotam
parcialmente e passam a produzir menos cortisol do que deveriam. Denomina -se
Fadiga Adrenal Crônica.
Esta sequência leva a um
desequilíbrio hormonal que muitas vezes fica difícil o tratamento apenas com
psicoterapia, exercicíos, alimentação adequada e descanso.
Como perceberam, idosos,
adultos, jovens e criança estão sujeitos a eventos estressantes e merecem se
reequilibrar hormonalmente independente da idade que estiverem.
O estresse e suas consequências no
organismo:
Essse desbalanço ou
desequilíbrio hormonal causado pelo estresse se assemelha muito com o que
ocorre durante o envelhecimento: excesso de hormônio catabólico e diminuição de
hormônio anabólico.
1.Ex. de hormônio
anabólico (forma massa magra): DHEA
2.Ex. de hormônio
catabólico (destrói massa magra): CORTISOL
As situações supra
citadas num primeiro momento elevam os níveis de cortisol e diminuem os
níveis de DHEA .
Esse desbalanço favorece
ansiedade, depressão, cansaço mental e físico além de outros citados mais
abaixo.
Primeira fase: Fadiga Adrenal
Aguda (cortisol em níveis altos) e Adrenopausa (DHEA em
níveis baixos).
Sinais e sintomas clássicos destas
fadigas:
- Indivíduo agitado (estressado), atolado de trabalho e sem tempo para nada
- Variações importantes dos níveis de energia
- Sedentário ou matriculado em uma academia, porém não a frequenta
- Ganhando massa de gordura e perdendo massa magra
- Desejo sexual cada vez pior
- Memória e raciocínio horríveis
- Mais susceptível a infecções
- Apetite cada vez mais voraz
- Poucos momentos de lazer
A manutenção do estresse
e o próprio envelhecimento reduzem a capacidade de responder ao stress o que
intensifica o processo de envelhecimento, acelerando de forma brutal o
catabolismo (diminuição de massa magra).
Nesta segunda etapa o
nível de cortisol diminui também (funciona com se glândula adrenal se cansasse
de liberar cortisol).
Segunda
fase :Fadiga Adrenal
Crônica (cortisol baixo).
Sintomas clássicos desta fadiga: (além da
maioria dos supracitados)
- Intolerância ao stress com irritabilidade desproporcional ao ocorrido
- Cansaço matinal e no fim da tarde com aumento da disposição no período da noite
- Dificuldade de acordar pela manha
- Se sentem bem por volta das 10:00 h apenas depois de uma bela xícara de café
- Pico de energia no período noturno – se define como “da noite”
- Bebem café o dia inteiro para se sentirem energizados
- Inflamações de repetição e alergias antes inexistentes
- Compulsão por alimentos salgados e gordurosos
Entenda mais sobre esta
fadiga consultando o site do Dr. James Wison , especialista no assunto: http://www.adrenalfatigue.org/
Bom Dia!!!
Quando Deus amanhece na vida da gente, as noites têm significado porque dão ocasião a um lindo amanhecer; os caminhos têm sentido, porque levam onde moram os homens; a flor tem sentido, porque é um reflexo do rosto de Deus; o trabalho é uma alegria, porque as mãos fazem belezas que podem unir os homens; as casas são ninhos onde pessoas se amam; a criança é uma notícia porque é mais um pedacinho de vida neste mundo de harmonia
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)







