segunda-feira, 28 de maio de 2012
BOM DIA!!!
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidad...e, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata..
Carlos Drummond de Andrade —
Duvidas sobre a Radiofrequência?
Como funciona?
A radiofrequência gera
energia e forte calor sob a camada mais profunda da pele enquanto a superfície
se mantém resfriada e protegida, o que causa a contração do colágeno. Quando a
onda é aplicada sobre a superfície da pele, ela é resfriada (epiderme) e ao
mesmo tempo uma energia de radiofrequência é passada para as camadas mais
profundas (derme) Posteriormente é obtida a produção de Neocolágeno que vai
produzir uma melhora ainda maior no aspecto da pele.
Assim, é criada uma reação química nas estruturas mais profundas, mais
especificamente no colágeno, que faz a pele retrair.
Que tipos de pele podem ser tratados?
Todos os tipos de pele podem ser tratados.
Como o
paciente que se submete ao tratamento com radiofrequência sente-se?
Cada aplicação é seguida
de uma sensação de frio imediato, seguida por uma sensação mais quente e mais
breve, seguida novamente por uma sensação fria.
Quanto tempo dura o tratamento?
Depende do tamanho da
área tratada, o procedimento pode tomar de alguns minutos a uma hora.
Quando o paciente pode retornar às atividades
normais?
Pode-se retomar as
atividades normais imediatamente. Uma vermelhidão pequena pode ser vista em
alguns pacientes mas normalmente desaparece logo depois do tratamento.
Complicações do aquecimento podem ocorrer mas são raras. Não há cuidado
especial que seja necessário após o tratamento. Protetor solar é recomendado.
Quando aparecem os resultados?
Os resultados aparecem
gradualmente de 2-6 meses, embora alguns pacientes obtenham uma resposta mais
cedo. O resultado esperado é uma pele mais firme, que vai surgindo de dentro
para fora, seguindo a aplicação.
Quatro meses depois que o tratamento com radiofrequência foi realizado , há a
deposição de um novo colágeno, mais denso, e um aumento apreciável na espessura
da epiderme. Ou seja, o resultado do tratamento com não é imediato, havendo um
período de tempo de meses para que se torne aparente, que é o período
necessário para que se forme o colágeno.
Quantas sessões são necessárias?
Uma única sessão pode
produzir bons resultados. Entretanto, apenas o médico poderá avaliar o número e
frequência de tratamentos requeridos, que depende da gravidade do caso e é
específico para cada paciente.
Quanto tempo duram os resultados do tratamento?
Como todos os tratamentos
de envelhecimento, o resultado também sofrerá a ação do tempo e novas
aplicações podem ser feitas, se necessárias, e de acordo com a avaliação do
médico
Este tratamento é seguro?
O procedimento é muito
seguro. A ocorrência de pequenos danos à pele é raríssima. O tratamento foi
estudado cuidadosamente em centenas de pacientes nos EUA e Canadá gerando
relatórios que mostram mínimos efeitos adversos.
sábado, 26 de maio de 2012
Molho de acerola
Ingredientes:
4 filés de peito de frango
1 colher (sopa) de alho macerado
1/2 copo de suco de laranja
1 copo de suco concentrado de acerola
1 colher (sopa) de açúcar
1 cebola picada, sal, pimenta-do-reino branca e salsinha a gosto
4 filés de peito de frango
1 colher (sopa) de alho macerado
1/2 copo de suco de laranja
1 copo de suco concentrado de acerola
1 colher (sopa) de açúcar
1 cebola picada, sal, pimenta-do-reino branca e salsinha a gosto
Modo de fazer::
tempere os filés com sal, alho, pimenta e suco de laranja. Grelhe na frigideira e reserve. Em outra panela, junte a cebola, o açúcar e o suco da acerola. Acerte o tempero com sal e pimenta. Coloque os filés no prato e regue com o molho de acerola. Polvilhe com o cheiro-verde a gosto.
A chave para acabar com artrites, dermatites, sinusites e outras "ites" pode estar no seu prato.
Anti-inflamatórios Naturais
Afinal, muito além de nutrir, os alimentos alteram os processos fisiológicos, modulando, inclusive, as respostas inflamatórias. Saiba mais!
Febres, dores crônicas, inchaços, mal-estar. Todos esses sintomas desagradáveis podem ser a consequência direta de um processo de inflamação em qualquer parte do corpo. "A inflamação é uma reação imediata a uma lesão celular ou tecidual provocada por um corpo considerado estranho. Nessa situação, há um esforço do nosso organismo em reconhecer os agentes responsáveis pelo ataque, para neutralizá-los o mais rápido possível", explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional (SP).
No local onde o corpo detectou a ameaça, ocorre o aumento do fluxo de sangue, que circula carregado de células do sistema imunológico. Essas células produzem substâncias pró-inflamatórias e ainda pedem reforços: enviam sinais para que outras tantas se juntem à operação, até eliminar o possível invasor.
São esses soldados do bem, escondidos sob a trincheira da circulação sanguínea, que provocam inchaço, calor e vermelhidão na área onde se trava a batalha pela saúde. Incômodos à parte, é graças a esse embate que somos capazes de nos recuperamos em poucos dias da maioria das doenças que nos acometem, com a consequente cicatrização da região afetada.
O papel da nutrição
No entanto, a coisa começa a mudar de figura quando o processo inflamatório, em vez de funcionar como uma resposta a um agente externo muito mal-intencionado, começa a se instalar no nosso organismo de forma crônica. Nessa situação, tanto as batalhas dentro da gente, quanto os sintomas percebidos do lado de fora, passam a ser mais recorrentes e começam a incomodar e tirar o nosso sossego.
E aqui vem a parte mais interessante da história: os alimentos que consumimos no dia a dia podem ser os responsáveis por essas inflamações duradouras, já que determinadas substâncias neles contidas, como as gorduras saturadas, podem ser extremamente irritantes ao organismo. Nesse caso, o corpo dará o sinal ao sistema imunológico de que é preciso atuar contra elas, eliminando-as.
"Na inflamação crônica há a ativação por longo prazo do sistema de defesa, promovendo alterações na atividade insulínica, na mobilização das gorduras e estresse oxidativo, processo relacionado ao envelhecimento precoce, entre outros danos. Essa inflamação tem sido apontada como o fator contribuinte e preponderante para o desenvolvimento de diversas doenças crônicas não transmissíveis, como os já conhecidos colesterol alto, o diabetes e até mesmo o câncer", exemplifica a nutricionista Tatiana Barão, da Naturalis.
No local onde o corpo detectou a ameaça, ocorre o aumento do fluxo de sangue, que circula carregado de células do sistema imunológico. Essas células produzem substâncias pró-inflamatórias e ainda pedem reforços: enviam sinais para que outras tantas se juntem à operação, até eliminar o possível invasor.
São esses soldados do bem, escondidos sob a trincheira da circulação sanguínea, que provocam inchaço, calor e vermelhidão na área onde se trava a batalha pela saúde. Incômodos à parte, é graças a esse embate que somos capazes de nos recuperamos em poucos dias da maioria das doenças que nos acometem, com a consequente cicatrização da região afetada.
O papel da nutrição
No entanto, a coisa começa a mudar de figura quando o processo inflamatório, em vez de funcionar como uma resposta a um agente externo muito mal-intencionado, começa a se instalar no nosso organismo de forma crônica. Nessa situação, tanto as batalhas dentro da gente, quanto os sintomas percebidos do lado de fora, passam a ser mais recorrentes e começam a incomodar e tirar o nosso sossego.
E aqui vem a parte mais interessante da história: os alimentos que consumimos no dia a dia podem ser os responsáveis por essas inflamações duradouras, já que determinadas substâncias neles contidas, como as gorduras saturadas, podem ser extremamente irritantes ao organismo. Nesse caso, o corpo dará o sinal ao sistema imunológico de que é preciso atuar contra elas, eliminando-as.
"Na inflamação crônica há a ativação por longo prazo do sistema de defesa, promovendo alterações na atividade insulínica, na mobilização das gorduras e estresse oxidativo, processo relacionado ao envelhecimento precoce, entre outros danos. Essa inflamação tem sido apontada como o fator contribuinte e preponderante para o desenvolvimento de diversas doenças crônicas não transmissíveis, como os já conhecidos colesterol alto, o diabetes e até mesmo o câncer", exemplifica a nutricionista Tatiana Barão, da Naturalis.
Boa pedida contra a OTITE :
Salada refrescante de kiwi Ingredientes:
4 kiwis
3 tomates maduros
1 xícara (chá) de mozarela de búfala, azeite de oliva e hortelã a gosto
Modo de fazer: corte o kiwi, o tomate e o queijo em rodelas finas. Disponha em uma travessa porções individuais com uma fatia de queijo, uma de kiwi e uma de tomate, nessa ordem. Enfeite com folhas de hortelã e sirva com azeite.
Gorduras como vilãs
Nesse cenário, as gorduras aparecem como as principais vilãs. "Diversos estudos mostram que os ácidos graxos saturados presentes nas carnes gordurosas e nos queijos amarelos podem contribuir para o agravamento da inflamação e ainda provocar resistência à insulina", explica a nutricionista Paula Crook, da clínica Patrícia Bertolucci (SP). Alimentos de alta carga glicêmica, ricos em açúcares e pobres em fibras, que são absorvidos rapidamente pelo organismo, também figuram na lista dos que mais ameaçam a saúde, assim como os produtos industrializados, que recebem diversos aditivos, como conservantes e aromatizantes. Esses elementos são chamados pró- -inflamatório, porque são capazes de estimular a expressão de genes que agravam a doença, desequilibrando ainda mais o organismo.
4 kiwis
3 tomates maduros
1 xícara (chá) de mozarela de búfala, azeite de oliva e hortelã a gosto
Modo de fazer: corte o kiwi, o tomate e o queijo em rodelas finas. Disponha em uma travessa porções individuais com uma fatia de queijo, uma de kiwi e uma de tomate, nessa ordem. Enfeite com folhas de hortelã e sirva com azeite.
Gorduras como vilãs
Nesse cenário, as gorduras aparecem como as principais vilãs. "Diversos estudos mostram que os ácidos graxos saturados presentes nas carnes gordurosas e nos queijos amarelos podem contribuir para o agravamento da inflamação e ainda provocar resistência à insulina", explica a nutricionista Paula Crook, da clínica Patrícia Bertolucci (SP). Alimentos de alta carga glicêmica, ricos em açúcares e pobres em fibras, que são absorvidos rapidamente pelo organismo, também figuram na lista dos que mais ameaçam a saúde, assim como os produtos industrializados, que recebem diversos aditivos, como conservantes e aromatizantes. Esses elementos são chamados pró- -inflamatório, porque são capazes de estimular a expressão de genes que agravam a doença, desequilibrando ainda mais o organismo.
Entre os alimentos que mais combatem as inflamações estão o chá-verde, o alho, a aveia, a cebola, as frutas e hortaliças e a soja
O outro lado da moeda
Felizmente, assim como alguns alimentos têm o poder de provocar ou potencializar um processo inflamatório já em curso, há também os que cumprem uma função protetora, salvando a nossa pele - e o resto do organismo - desses males. Entre os alimentos com maior ação anti-inflamatória destacam-se os ácidos graxos ômega-3, encontrados na semente de linhaça, no azeite de oliva extra virgem e nos peixes das águas frias.
"O que as pesquisas mais recentes mostram é que esse ácido graxo auxilia no controle dos níveis de triglicérides e colesterol, colaborando para diminuir a inflamação e ainda reduzir a agregação plaquetária, tornando o sangue mais fluido e evitando a formação de trombos", comenta a nutricionista Jocelem Salgado, professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e autora do livro Guia dos funcionais (Editora Ediouro). A especialista cita um estudo conduzido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo que mostrou que o consumo de 30 g de linhaça ao dia reduziu os valores de proteína C reativa (PCR) e seroamiloide A no sangue de forma bastante significativa. "Estamos falando de dois marcadores importantes de inflamação", esclarece a professora. É a quantidade de vitaminas, minerais, antioxidantes e de ácidos graxos essenciais presentes nos alimentos o que confere a eles maior ou menor capacidade anti-inflamatória, acrescenta a nutricionista Jocelem.
"Entre os alimentos que trazem mais vantagens à saúde estão o chá-verde, o alho, a aveia, a cebola, as frutas e hortaliças e a soja. Eles reúnem alguns compostos que atuam nos processos fisiológicos, modulando a resposta inflamatória", explica a especialista.
Os chamados compostos bioativos com ação benéfica variam de um alimento para outro. Para se ter uma ideia, no caso das frutas e hortaliças a quercetina é uma das substâncias mais poderosas, no que diz respeito ao combate à inflamação. Já no tomate, na goiaba e na melancia, é o licopeno o principal agente que atua como protetor da saúde.
Abaixo você irá se surpreender com as propriedades de alguns alimentos bastante comuns, mas que devem entrar no seu cardápio para que as inflamações sejam moduladas naturalmente.
Cada doença, uma sentença Embora alguns alimentos, como os peixes de água fria, sejam excelentes para tratar todos os tipos de inflamações, há nutrientes específicos que podem ser usados como remédios naturais, com o objetivo de barrar processos mais importantes em determinados órgãos do nosso corpo. Conheça-os e aproveite esses benefícios, incorporando-os a receitas simples e introduzindo-os na sua dieta diária.
Felizmente, assim como alguns alimentos têm o poder de provocar ou potencializar um processo inflamatório já em curso, há também os que cumprem uma função protetora, salvando a nossa pele - e o resto do organismo - desses males. Entre os alimentos com maior ação anti-inflamatória destacam-se os ácidos graxos ômega-3, encontrados na semente de linhaça, no azeite de oliva extra virgem e nos peixes das águas frias.
"O que as pesquisas mais recentes mostram é que esse ácido graxo auxilia no controle dos níveis de triglicérides e colesterol, colaborando para diminuir a inflamação e ainda reduzir a agregação plaquetária, tornando o sangue mais fluido e evitando a formação de trombos", comenta a nutricionista Jocelem Salgado, professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e autora do livro Guia dos funcionais (Editora Ediouro). A especialista cita um estudo conduzido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo que mostrou que o consumo de 30 g de linhaça ao dia reduziu os valores de proteína C reativa (PCR) e seroamiloide A no sangue de forma bastante significativa. "Estamos falando de dois marcadores importantes de inflamação", esclarece a professora. É a quantidade de vitaminas, minerais, antioxidantes e de ácidos graxos essenciais presentes nos alimentos o que confere a eles maior ou menor capacidade anti-inflamatória, acrescenta a nutricionista Jocelem.
"Entre os alimentos que trazem mais vantagens à saúde estão o chá-verde, o alho, a aveia, a cebola, as frutas e hortaliças e a soja. Eles reúnem alguns compostos que atuam nos processos fisiológicos, modulando a resposta inflamatória", explica a especialista.
Os chamados compostos bioativos com ação benéfica variam de um alimento para outro. Para se ter uma ideia, no caso das frutas e hortaliças a quercetina é uma das substâncias mais poderosas, no que diz respeito ao combate à inflamação. Já no tomate, na goiaba e na melancia, é o licopeno o principal agente que atua como protetor da saúde.
Abaixo você irá se surpreender com as propriedades de alguns alimentos bastante comuns, mas que devem entrar no seu cardápio para que as inflamações sejam moduladas naturalmente.
Cada doença, uma sentença Embora alguns alimentos, como os peixes de água fria, sejam excelentes para tratar todos os tipos de inflamações, há nutrientes específicos que podem ser usados como remédios naturais, com o objetivo de barrar processos mais importantes em determinados órgãos do nosso corpo. Conheça-os e aproveite esses benefícios, incorporando-os a receitas simples e introduzindo-os na sua dieta diária.
Contra SINUSITE, vitamina A na veia
Para tratar, aposte: em alimentos fontes de vitamina A e de carotenoides: leite, ovos, , cenoura, abóbora e tomate, entre outros. "A carência desses nutrientes agrava o quadro, piorando a inflamação das vias aéreas superiores", garante Paula Crook. Consuma cerca de 800 mcg de vitamina A e carotenoides diariamente, o equivalente a 1/2 cenoura ou 1/4 de xícara (chá) de abóbora cozida.
Evite: leite de vaca e seus derivados. Eles possuem proteínas que podem não ser digeridas pelo organismo e se forem absorvidas na corrente sanguínea, serão classificadas como corpos estranhos, desencadeando um quadro inflamatório e atingindo as vias aéreas superiores.
Para tratar, aposte: em alimentos fontes de vitamina A e de carotenoides: leite, ovos, , cenoura, abóbora e tomate, entre outros. "A carência desses nutrientes agrava o quadro, piorando a inflamação das vias aéreas superiores", garante Paula Crook. Consuma cerca de 800 mcg de vitamina A e carotenoides diariamente, o equivalente a 1/2 cenoura ou 1/4 de xícara (chá) de abóbora cozida.
Evite: leite de vaca e seus derivados. Eles possuem proteínas que podem não ser digeridas pelo organismo e se forem absorvidas na corrente sanguínea, serão classificadas como corpos estranhos, desencadeando um quadro inflamatório e atingindo as vias aéreas superiores.
Se a OTITE não cessa, mais kiwi
Para tratar, aposte: nos alimentos ricos em vitamina C (acerola), e no zinco (feijão, grãode- bico, ervilha etc.). "Recomenda-se que, de preferência, se consumam 60 mg de vitamina C por dia e cerca de 15 mg de zinco, o que equivale a um quiuí ou a um bife grande de carne, respectivamente", diz Paula.
Evite: estudos já associaram a otite recorrente com a sensibilidade a alguns tipos de alimentos. Entretanto, ainda não existe um consenso sobre o que pode ou não influenciar o aparecimento do mal. "Algumas pesquisas apontam o leite de vaca, o trigo e a clara do ovo como capazes de gerar respostas imunológicas e inflamação em nível local. Mas ainda não sabemos como se dá esse processo", fala Paula.
Para tratar, aposte: nos alimentos ricos em vitamina C (acerola), e no zinco (feijão, grãode- bico, ervilha etc.). "Recomenda-se que, de preferência, se consumam 60 mg de vitamina C por dia e cerca de 15 mg de zinco, o que equivale a um quiuí ou a um bife grande de carne, respectivamente", diz Paula.
Evite: estudos já associaram a otite recorrente com a sensibilidade a alguns tipos de alimentos. Entretanto, ainda não existe um consenso sobre o que pode ou não influenciar o aparecimento do mal. "Algumas pesquisas apontam o leite de vaca, o trigo e a clara do ovo como capazes de gerar respostas imunológicas e inflamação em nível local. Mas ainda não sabemos como se dá esse processo", fala Paula.
Curry, o santo remédio para a FARINGITE e a LARINGITE
Para tratar, aposte: a curcumina, um componente do curry, é um santo remédio para tratar as inflamações locais, além de diminuir o risco de câncer de faringe e laringe. "O alimento tem ação anti-inflamatória e antioxidante, inibindo a atividade dos radicais livres", explica Paula. Use-o no arroz, molhos.
Evite: alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, doces e massas feitas com farinha branca, típicos alimentos que aumentam os riscos de inflamação generalizada.
Para tratar, aposte: a curcumina, um componente do curry, é um santo remédio para tratar as inflamações locais, além de diminuir o risco de câncer de faringe e laringe. "O alimento tem ação anti-inflamatória e antioxidante, inibindo a atividade dos radicais livres", explica Paula. Use-o no arroz, molhos.
Evite: alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, doces e massas feitas com farinha branca, típicos alimentos que aumentam os riscos de inflamação generalizada.
Dieta aromática no controle da NEFRITE
Para tratar, aposte: nos condimentos como orégano, açafrão, alecrim, curry e nos chás de hortelã, gengibre, camomila, anis estrelado, espinheira-santa e menta. Para tirar proveito, calcule no mínimo 1 colher (chá) de um desses ingredientes por dia da semana. "Eles possuem um poderoso efeito anti-inflamatório, além de acumularem propriedades antivirais e antibacterianas", diz Suzana.
Evite: açúcar, café, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alimentos industrializados como bolachas recheadas, biscoitos, salgadinhos e fast food. Esses alimentos acabam substituindo outros que acumulam muito mais nutrientes, como as frutas e verduras. A carência de vitaminas e minerais, por outro lado, enfraquece o sistema imunológico, diminuindo sua reação às inflamações, incluindo a resposta dos rins.
Para tratar, aposte: nos condimentos como orégano, açafrão, alecrim, curry e nos chás de hortelã, gengibre, camomila, anis estrelado, espinheira-santa e menta. Para tirar proveito, calcule no mínimo 1 colher (chá) de um desses ingredientes por dia da semana. "Eles possuem um poderoso efeito anti-inflamatório, além de acumularem propriedades antivirais e antibacterianas", diz Suzana.
Evite: açúcar, café, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alimentos industrializados como bolachas recheadas, biscoitos, salgadinhos e fast food. Esses alimentos acabam substituindo outros que acumulam muito mais nutrientes, como as frutas e verduras. A carência de vitaminas e minerais, por outro lado, enfraquece o sistema imunológico, diminuindo sua reação às inflamações, incluindo a resposta dos rins.
Fibras solúveis para dar um basta à GASTRITE
Para tratar, aposte: em alimentos que contêm boas quantidades de fibras solúveis (a aveia, a lentilha e o feijão), e em fontes de vitamina A (gema de ovo, a sardinha, o fígado, a cenoura e a batata-doce). "Uma dieta assim pode diminuir em até 54% os riscos de desenvolvimento de gastrite", diz a nutricionista Suzana Bonumá, da Food Coach. Para atingir sua recomendação mínima diária, o ideal é consumir 2 a 3 colheres (sopa) de aveia ou de leguminosas. Já para suprir a quantidade ideal de vitamina A, aposte em 1/2 cenoura ou 1/2 batata-doce assada.
Evite: dietas ricas em gorduras saturadas e ácidos graxos trans (cortes gordos de carne, queijos amarelos, biscoitos e bolos industrializados), agridem a mucosa e elevam o estresse oxidativo e prejudicam a melhora da inflamação. "Refrigerantes e café, também estimulam a secreção de ácido clorídrico, que agrava o quadro da inflamação, diminuindo o pH estomacal e favorecendo a instalação da bactéria H. pilory, principal causa da gastrite", explica Suzana.
Para tratar, aposte: em alimentos que contêm boas quantidades de fibras solúveis (a aveia, a lentilha e o feijão), e em fontes de vitamina A (gema de ovo, a sardinha, o fígado, a cenoura e a batata-doce). "Uma dieta assim pode diminuir em até 54% os riscos de desenvolvimento de gastrite", diz a nutricionista Suzana Bonumá, da Food Coach. Para atingir sua recomendação mínima diária, o ideal é consumir 2 a 3 colheres (sopa) de aveia ou de leguminosas. Já para suprir a quantidade ideal de vitamina A, aposte em 1/2 cenoura ou 1/2 batata-doce assada.
Evite: dietas ricas em gorduras saturadas e ácidos graxos trans (cortes gordos de carne, queijos amarelos, biscoitos e bolos industrializados), agridem a mucosa e elevam o estresse oxidativo e prejudicam a melhora da inflamação. "Refrigerantes e café, também estimulam a secreção de ácido clorídrico, que agrava o quadro da inflamação, diminuindo o pH estomacal e favorecendo a instalação da bactéria H. pilory, principal causa da gastrite", explica Suzana.
Refrigerantes e café, também estimulam a secreção de ácido clorídrico, que agrava o quadro da inflamação
Limão e laranja sim, GENGIVITE não!
Para tratar, aposte: nas frutas cítricas, como o limão e a laranja. "A carência de vitamina C pode agravar a gengivite e a periodontite", alerta a dentista Nathália Juliboni. O ácido fólico (vitamina B9) é outro nutriente importantíssimo para a saúde da gengiva. Para suprir a quantidade de vitamina C necessária, coma ao menos uma fruta cítrica por dia, já que o organismo é incapaz de armazená-la. "A quantidade diária recomendada é de 60 mg. Um copo de suco de laranja fornece 97 mg do composto", diz a nutróloga Daniela Hueb. Já o ácido fólico está presente nos vegetais com folhas verdes escuras, no fígado, nos ovos, no brócolis, na couve-flor, no gérmen de trigo, nos cereais e pães integrais. Pelo menos um alimento desses deve compor uma das refeições.
Evite: os doces. "Existem bactérias que vivem na região da boca e que sintetizam a glicose para se multiplicar. Elas degradam os tecidos de forma extraordinária", fala o cirurgião-dentista Marcelo Sarra Falsi, professor do Centro Internacional Odontológico Brasileiro.
Para tratar, aposte: nas frutas cítricas, como o limão e a laranja. "A carência de vitamina C pode agravar a gengivite e a periodontite", alerta a dentista Nathália Juliboni. O ácido fólico (vitamina B9) é outro nutriente importantíssimo para a saúde da gengiva. Para suprir a quantidade de vitamina C necessária, coma ao menos uma fruta cítrica por dia, já que o organismo é incapaz de armazená-la. "A quantidade diária recomendada é de 60 mg. Um copo de suco de laranja fornece 97 mg do composto", diz a nutróloga Daniela Hueb. Já o ácido fólico está presente nos vegetais com folhas verdes escuras, no fígado, nos ovos, no brócolis, na couve-flor, no gérmen de trigo, nos cereais e pães integrais. Pelo menos um alimento desses deve compor uma das refeições.
Evite: os doces. "Existem bactérias que vivem na região da boca e que sintetizam a glicose para se multiplicar. Elas degradam os tecidos de forma extraordinária", fala o cirurgião-dentista Marcelo Sarra Falsi, professor do Centro Internacional Odontológico Brasileiro.
O magnésio, presente nos vegetais verde- -escuros, nas amêndoas e no arroz integral, também é um importante aliado na dor
DERMATITE pede bis para o ômega-3
Para tratar, aposte: nos ácidos graxos poli-insaturados ômega-3, encontrados na linhaça. Eles estão relacionados à diminuição de agentes inflamatórios importantes no aparecimento e na evolução das inflamações da pele. "O uso de iogurtes probióticos também pode reduzir a ocorrência de dermatite em pacientes com alergia a leite de vaca", afirma Paula.
Para tratar, aposte: nos ácidos graxos poli-insaturados ômega-3, encontrados na linhaça. Eles estão relacionados à diminuição de agentes inflamatórios importantes no aparecimento e na evolução das inflamações da pele. "O uso de iogurtes probióticos também pode reduzir a ocorrência de dermatite em pacientes com alergia a leite de vaca", afirma Paula.
Consuma 1 colher (sopa) de linhaça por dia. Os iogurtes probióticos também devem fazer parte da alimentação do dia a dia. Evite: gorduras saturadas e açúcares são os principais agravadores desse processo inflamatório. Consuma com moderação o chocolate, os queijos amarelos e também o café, entre outros alimentos.
O uso de iogurtes probióticos também pode reduzir a ocorrência de dermatite em pessoas com alergia a leite de vaca
Fonte:http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/108/artigo255218-3.asp
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Ronco pode significar problemas cardiovasculares
Pessoas que roncam em volume alto têm expectativa de vida menor
Vários distúrbios do sono estão ligados a problemas muito mais sérios do que o simples cansaço que a insônia ou a má qualidade da noite dormida proporcionam. Alguns têm outras implicações e sinalizam que funções do corpo podem não estar funcionando da maneira correta. O ronco é uma dessas características. Incômodo e muitas vezes motivo de brincadeiras, esse sintoma pode significar diversas disfunções, como a obesidade, a hipertensão e problemas cardiovasculares, que algumas vezes podem até levar à morte prematura.
Uma pesquisa feita pela universidade norte-americana John Hopkins mostrou que as pessoas que roncam em um volume muito alto têm uma expectativa de vida menor e problemas cardiovasculares mais graves e em maior quantidade. As doenças que podem estar por trás do ronco são as causadoras desses riscos.
Uma pesquisa feita pela universidade norte-americana John Hopkins mostrou que as pessoas que roncam em um volume muito alto têm uma expectativa de vida menor e problemas cardiovasculares mais graves e em maior quantidade. As doenças que podem estar por trás do ronco são as causadoras desses riscos.
Esse estudo acompanhou 6.400 pessoas durante oito anos. Os pacientes com apneia do sono e ronco muito alto ficaram mais propensos a apresentar quadro hipertensivo, diabetes e doenças cardiovasculares.
Tanto o ronco quanto a apneia consistem no estreitamento ou fechamento das vias aéreas durante o sono. Nas pessoas que roncam alto, o ar tem tanta dificuldade para passar aos pulmões que acaba produzindo um som incômodo. Na apneia, ocorre a obstrução das vias aéreas. Após ficar sem respirar por alguns segundos, a pessoa acorda no meio da noite, deteriorando a qualidade do seu próprio sono.
De acordo com a médica e pesquisadora dos problemas do sono Fernanda Haddad, esses dois problemas têm tratamento e incluem o emagrecimento, pois indivíduos muito obesos têm maior propensão ao fechamento das vias aéreas, decorrente do acúmulo de tecido adiposo na região do pescoço.
Tanto o ronco quanto a apneia consistem no estreitamento ou fechamento das vias aéreas durante o sono. Nas pessoas que roncam alto, o ar tem tanta dificuldade para passar aos pulmões que acaba produzindo um som incômodo. Na apneia, ocorre a obstrução das vias aéreas. Após ficar sem respirar por alguns segundos, a pessoa acorda no meio da noite, deteriorando a qualidade do seu próprio sono.
De acordo com a médica e pesquisadora dos problemas do sono Fernanda Haddad, esses dois problemas têm tratamento e incluem o emagrecimento, pois indivíduos muito obesos têm maior propensão ao fechamento das vias aéreas, decorrente do acúmulo de tecido adiposo na região do pescoço.
DISTÚRBIOS DO SONO
"O ronco acontece por associação de fatores: o envelhecimento, principalmente depois quarta ou quinta décadas de vida; a flacidez da faringe e alterações anatômicas na faringe e no esqueleto facial. O ronco pode vir associado à apneia do sono e, quando isso ocorre, há o aumento do risco de doenças cardiovasculares, hipertensão, infarto e derrame", afirma.
Para ambos os casos, há tratamentos disponíveis e com resultados satisfatórios. Na questão da apneia, o mais usado é o CPAP, que é um aparelho de pressão positiva contínua nas vias aéreas. Ele consiste em uma máscara que o paciente coloca para dormir e que melhora o fluxo de ar dentro do organismo.
Há também métodos menos amplos, como um aparelho intra-oral, que proporciona o avanço da mandíbula e facilita a desobstrução das vias aéreas. Em casos mais extremos é possível a intervenção com cirurgia. "Procedimentos cirúrgicos no nariz e na faringe fazem a correção de desvio do septo e rinite crônica", diz Fernanda.
Para ambos os casos, há tratamentos disponíveis e com resultados satisfatórios. Na questão da apneia, o mais usado é o CPAP, que é um aparelho de pressão positiva contínua nas vias aéreas. Ele consiste em uma máscara que o paciente coloca para dormir e que melhora o fluxo de ar dentro do organismo.
Há também métodos menos amplos, como um aparelho intra-oral, que proporciona o avanço da mandíbula e facilita a desobstrução das vias aéreas. Em casos mais extremos é possível a intervenção com cirurgia. "Procedimentos cirúrgicos no nariz e na faringe fazem a correção de desvio do septo e rinite crônica", diz Fernanda.
O volume do ronco é um fator importante na observação dos problemas do sono. Quanto mais alto é o som, maior é a dificuldade de passagem do ar durante a noite.
Porém, se o problema ainda não é tão grande, isso não é um motivo para deixar de averiguar o que está ocorrendo, pois há uma possibilidade significativa de o ronco aumentar e até evoluir para a apneia com o envelhecimento do individuo.
Porém, se o problema ainda não é tão grande, isso não é um motivo para deixar de averiguar o que está ocorrendo, pois há uma possibilidade significativa de o ronco aumentar e até evoluir para a apneia com o envelhecimento do individuo.
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