segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fonte da Juventude



Um grupo de renomados cientistas na área da biologia molecular anunciou recentemente que existem enormes chances de termos, finalmente, descoberto a fonte da juventude: uma enzima celular denominada telomerase.
Esta enzima é uma ribonucleoproteína que confere às células a espantosa capacidade de se replicarem infinitamente, driblar o envelhecimento e manter sua performance metabólica inalterada, tornando-as, deste modo, imunes ao próprio tempo.
A grande maioria das células, tecidos, órgãos, plantas, animais e seres humanos obedece a um ciclo biológico bem previsível - crescem, envelhecem, reproduzem e morrem.
Existem, no entanto, três tipos de células que desobedecem estas regras.
O primeiro são os organismos unicelulares chamados eucariontes (amebas), que são, basicamente, replicações do mesmo ser e permanecem imortais. Uma ameba hoje é exatamente a mesma criatura de um milhão de anos atrás.
O segundo são células germinativas primordiais, que irão se transformar nos espermatozóides e óvulos. Não importa o que aconteça com o nosso corpo, essas células simplesmente não envelhecem e podem viver para sempre.
O terceiro tipo de célula que demonstra imortalidade biológica e ausência de envelhecimento são as células cancerígenas, que podem viver para sempre em meios de cultura, e, na verdade só morrem porque são pouco espertas e matam o organismo invadindo-o e parasitando-o.
Por que, então, envelhecemos?
Cada vez que as células do nosso corpo se dividem, uma parte do material genético necessário a estas divisões é perdido, são chamados Telômeros.
A velocidade e extensão dessas perdas é que vai determinar quantas vezes cada célula vai poder se dividir, por quanto tempo irá viver e quando vai morrer.
Os telômeros são, na verdade, os nossos relógios biológicos, que controlam o processo do envelhecimento celular.
O grande elo perdido foi então descoberto por Carol Grieder e Elisabeth Blackburn, da Universidade de Yale em 1989: uma enzima chamada telomerase é capaz de repor indefinidamente os segmentos de telômeros perdidos nas divisões celulares, e é exatamente esse fenômeno que possibilita às amebas, células germinativas e células cancerígenas viverem para sempre. Por outro lado, as células comuns envelhecem porque a telomerase não consegue ser ativada nas mesmas.
Muitas pesquisas e estudos têm sido feitos desde então, e as notícias mais recentes nesta área são promissoras.
A telomerase já foi replicada em células comuns, e a promessa é que os desdobramentos desse avanço possam estar ao nosso alcance dentro de poucas décadas.
Substâncias capazes de inibir essa enzima em células do câncer já estão sendo pesquisadas e é possível que estejam disponíveis para aplicação clínica dentro de um curto período de tempo.
Acena-se com a possibilidade de cura do câncer dentro de quinze a vinte anos.
No outro extremo, substâncias capazes de estimular a telomerase em células comuns começarão a ser usadas já estão disponíveis para uso experimental.
Acredita-se que em 2020, terapias com telomerase já estarão disponíveis, e a humanidade vai entrar numa nova era de saúde e extensão de vida inimagináveis!

Por: Dr. Ítalo Rachid*

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Fica a Dica !!!

Alimentação com Altos Índices Glicêmicos





O carboidrato é o nutriente que mais aumenta a glicemia, (100% dos carboidratos consumidos se convertem em glicose, 60% das proteínas ingeridas se convertem em glicose e 10% das gorduras ingeridas se convertem em glicose).
Os carboidratos são compostos formados por carbono, oxigênio e hidrogênio e são os maiores responsáveis pelo fornecimento de energia. São classificados como "simples" ou "complexos", de acordo com o grau de polimerização.
Os carboidratos simples são os monossacarídeos (frutose, glicose, galactose) e os dissacarídeos (sacarose, maltose, lactose) e os carboidratos complexos são os polissacarídeos (amido, glicogênio).
Todos os tipos de carboidratos, ao serem digeridos, transformam-se em glicose, mas os seus efeitos fisiológicos não dependem exclusivamente do grau de polimerização, e sim, da capacidade de elevar a glicemia.
Pesquisadores canadenses em 1981 propuseram um novo sistema de se classificar os carboidratos através da resposta glicêmica ou do índice glicêmico.
O índice glicêmico (IG) a resposta glicêmica que o alimento promove em relação à resposta observada após consumo de um alimento de referência pão branco ou a glicose, os alimentos são classificados baseados em seu potencial em aumentar a glicose sangüínea. Através da análise da curva glicêmica produzida por 50g de carboidrato (disponível) de um alimento teste em relação a curva de 50g de carboidrato de alimento de referência.
Na primeira hora depois de uma refeição de alto índice glicêmico (início do período pós-prandial), a concentração de glicose pode ser o dobro da encontrada após uma refeição de baixo índice glicêmico, com os mesmos nutrientes e com mesma quantidade de calorias. Esta relativa hiperglicemia estimula a secreção de insulina e inibe a secreção de glucagon. Com isso, tem-se uma exagerada resposta anabólica que inclui maior captação de nutrientes, glicogênese, lipogênese e supressão da gliconeogênese e lipólise.
A ingestão de alimentos de baixo IG pode diminuir a secreção de hormônios contra-regulatórios proteolíticos como o cortisol, hormônio do crescimento e glucagon, estimulando a síntese protéica. Segundo alguns autores, a ingestão de alimentos de baixo IG tende a aumentar o teor de massa magra e a diminuir, significativamente, o teor de massa gordurosa corporal.
Os alimentos de baixo índice glicêmico são mais ricos em fibras e uma das teorias atesta que as fibras – sobretudo as fibras solúveis – favorecem uma maior distenção gástrica, o que leva a uma maior secreção de colecistoquinina (CCK). Sendo assim, por outra via, os alimentos de baixo índice glicêmico induzem a sensação de saciedade


Alimentação com Altos Índices Glicêmicos favorecem:

Inflamação devido a insulina permanentemente elevada
Fome frequentepor mais carboidratos simples
Obesidade, Diabetes e Hipertensão arterial
Proliferação de bactérias patológicas
Acidificação do sangue e tecidos
Espoliação dos ossos e tecidos para tamponar a acidez
Enfraquecimento das defesas imunológicas
Depressão

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Bom Dia !!!

Assuma um compromisso sério de mudar a sua vida, venha para Reviver e acredite: podemos envelhecer de forma ativa, saudável, feliz e produtiva.

AS TERAPIAS ANTIENVELHECIMENTO



A partir de mais ou menos 30 a 35 anos, o nosso organismo começa a diminuir o seu metabolismo, principalmente porque os nossos níveis de hormônios anabólicos começam a declinar, e o ser humano passa a experimentar uma aceleração acentuada do envelhecimento.
Por outro lado, o excesso de industrialização dos alimentos e o esgotamento dos nutrientes do solo fazem com que, quase todos nós, aparentemente saudáveis, soframos, na verdade, de múltiplas deficiências nutricionais, vitamínico-minerais e hormonais, e que , na maioria das vezes, não produzem qualquer sintoma no nosso organismo, mas que vão, sorrateiramente, contribuir para acelerar ainda mais o envelhecimento.
Os maus hábitos da vida moderna, como o sedentarismo, fumo, obesidade e stress, aliam-se aos fatores orgânicos, nos tornado vulneráveis às doenças. Sabemos que os estilos de viver que cada um de nós decide adotar, respondem por mais de 70% de nossa longevidade!
Uma pessoa sedentária, obesa, estressada e com deficiências hormonais e nutricionais, pode ter retirada da sua conta-corrente até 30 nos de vida! Deste modo, estamos todos envelhecendo a velocidades inaceitáveis.
O efeito destes processos repercute de maneira individual e nós, de modo que passamos a envelhecer em velocidades diferentes.
Nasceu daí o conceito de idade biológica, que é a idade real de nosso organismo, é o que vai contar daqui para frente. Podem rasgar as carteiras de identidade, pois, idade cronológica é um parâmetro ultrapassado, que não vai ter mais qualquer valor de agora em diante.
Já existem exames que aferem os marcadores metabólicos e biológicos do envelhecimento determinando assim qual a nossa vida real (biológica), e a que velocidade cada um de nós está envelhecendo.
Além do mas, já se pode quantificar com precisão os níveis de deficiências múltiplas hormonais e vitamínico-minerais, permitindo que a reposição de todos os elementos que o nosso organismo apresenta deficiências seja feita de forma individualizada.
Os resultados desta forma de encarar o envelhecimento humano sob a ótica da fisiologia, são absolutamente animadores.
Assuma um compromisso sério de mudar a sua vida, venha para Reviver e acredite: podemos envelhecer de forma ativa, saudável, feliz e produtiva.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Bom Dia a Todos!!!

Os hormônios não caem porque nós envelhecemos. Nós envelhecemos porque a produção de hormônios cai . . .

Os Hormônios e o Envelhecimento



Os hormônios não caem porque nós envelhecemos. Nós envelhecemos porque a produção de hormônios cai . . .


Já se vão mais de cinco décadas desde que os primeiros pioneiros ousaram em desafiar a menopausa e iniciaram a terapia de reposição hormonal.
Naqueles tempos as coisas eram feitas de maneira empírica e quase heróica, uma vez que o fenômeno da menopausa era algo não muito bem compreendido, além de aceito até mesmo pela ciência médica como uma fase “normal” da vida.
Por outro lado, não havia como aferir o momento exato em que uma mulher entrava em deficiência hormonal e inexistiam controles laboratoriais para avaliar a resposta clínica ao uso dos hormônios.
Para dificultar ainda mais as coisas, os hormônios utilizados naqueles tempos eram artificiais e administrados em doses literalmente cavalares.
Este contexto, como seria de se esperar, produziu benefícios mas também efeitos adversos, dentre os quais o mais temido de todos: o aumento do risco de câncer.
Ao longo de todo este tempo avanços importantes foram obtidos, e ao contrário do que muitos ainda persistem em acreditar, reposição hormonal está longe de ser um tratamento de beleza para rejuvenescer e que pode causar câncer.
Reposição hormonal significa retardar de modo consistente os processos do envelhecimento humano, além de contribuir para a manutenção da qualidade de vida.
O grande quebra-cabeças é que estamos atingindo expectativas de vida cada vez maiores em um curto intervalo de tempo, de modo que os nossos sistemas glandulares produtores de hormônios ainda não tiveram o necessário tempo para adaptação, entrando em falência e esgotamento muitas décadas antes do final da vida.
É curioso observar que a natureza tem regras muito rígidas para todos os animais. Os seres vivos não vivem muito além da fase em que esgotam a capacidade de reproduzir, sendo o homem um dos poucos animais que conseguem quebrar estas regras.
Pagamos um preço muito elevado por tal insolência, uma vez que, a partir do momento que a produção de hormônios começa a declinar, todo o processo de fabricação de proteínas no nosso organismo passa também a sofrer um agudo declínio, acelerando de forma intensa o envelhecimento.
Os estudos da última década na área dos hormônios, não só confirmam como consagram um novo e bem mais abrangente conceito: o de modulação hormonal.
Ao contrário do que se acreditava, nós humanos temos, na verdade, não apenas uma grande pausa, mas inúmeras pausas diferentes, que acometem indistintamente homens e mulheres, instalam-se de maneira própria em cada pessoa, com níveis de intensidade e em idades completamente distintos para cada um de nós.
Abandonou-se aquela idéia de que apenas repondo estradiol na menopausa estaríamos fazendo muito pelas nossas clientes.
O que há, de fato, é a busca por um equilíbrio na produção de uma vasta gama de hormônios, já existindo marcadores para avaliar o momento exato em que cada um deles começa a declinar, permitindo que a reposição possa ser prontamente iniciada, igualmente para homens e mulheres.
É por demais oportuno lembrar que as múltiplas deficiências destes hormônios em conjunto, podem fazer com que o envelhecimento passe a ocorrer a uma velocidade muito maior.
É importante compreendermos que os hormônios não caem porque nós envelhecemos.
Nós envelhecemos porque os nossos hormônios caem ...
Do arsenal disponível atualmente, os principais hormônios usados na modulação, com algumas das suas principais funções, são brevemente descritos a seguir. Estradiol – é o grande hormônio da menopausa. Exerce incontáveis e importantíssimas funções: síntese de colágeno, proteção cardiovascular, redução do risco de osteoporose, redução do risco de Alzheimer, redução do risco de câncer colorretal, redução do risco de cegueira, preservação dos dentes, manutenção do trofismo urogenital. Hormônio do crescimento humano (HGH) – usado em homens e mulheres, reduz a gordura corporal de forma dramática,aumenta a massa muscular, estimula o desejo sexual, aumenta a resposta imunológica, melhora os níveis de energia e a performance cerebral, além de reduzir o processo de enrugamento da pele. Testosterona – primordialmente utilizado em homens, aumenta de forma notória o rendimento cardíaco e resistência ao esforço físico, recupera as funções e o desejo sexual, além de ter um efeito hipoglicemiante, contribuindo decisivamente para a normalização da glicemia no diabetes tipo II. DHEA – usado em homens e mulheres, estimula o sistema imunológico, o desejo sexual, age como poderoso anti-oxidante e regula as funções do cortisol, hormônio do stress, responsável por vários efeitos nocivos ao nosso organismo. Melatonina – poderoso anti-oxidante, reduz os processos de oxidação e envelhecimento celular, além de ser um indutor da produção de serotonina, proteína responsável pela indução do sono profundo e natural. Usado em homens e mulheres. Extrato natural de hormônios tireoidianos – usado nos dois sexos, evita a conversão inadequada dos hormônios ativos da tireóide, e, diante do hipotireoidismo, apresenta resultados clínicos superiores a qualquer outro produto de origem sintética.
Para finalizar, é importante destacar que todos estes hormônios são biologicamente idênticos aos produzidos no nosso próprio organismo, permitindo que a sua suplementação seja realizada de forma segura e fisiológica.