quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Assuma um compromisso sério de mudar a sua vida, venha para Reviver e acredite: podemos envelhecer de forma ativa, saudável, feliz e produtiva.

AS TERAPIAS ANTIENVELHECIMENTO



A partir de mais ou menos 30 a 35 anos, o nosso organismo começa a diminuir o seu metabolismo, principalmente porque os nossos níveis de hormônios anabólicos começam a declinar, e o ser humano passa a experimentar uma aceleração acentuada do envelhecimento.
Por outro lado, o excesso de industrialização dos alimentos e o esgotamento dos nutrientes do solo fazem com que, quase todos nós, aparentemente saudáveis, soframos, na verdade, de múltiplas deficiências nutricionais, vitamínico-minerais e hormonais, e que , na maioria das vezes, não produzem qualquer sintoma no nosso organismo, mas que vão, sorrateiramente, contribuir para acelerar ainda mais o envelhecimento.
Os maus hábitos da vida moderna, como o sedentarismo, fumo, obesidade e stress, aliam-se aos fatores orgânicos, nos tornado vulneráveis às doenças. Sabemos que os estilos de viver que cada um de nós decide adotar, respondem por mais de 70% de nossa longevidade!
Uma pessoa sedentária, obesa, estressada e com deficiências hormonais e nutricionais, pode ter retirada da sua conta-corrente até 30 nos de vida! Deste modo, estamos todos envelhecendo a velocidades inaceitáveis.
O efeito destes processos repercute de maneira individual e nós, de modo que passamos a envelhecer em velocidades diferentes.
Nasceu daí o conceito de idade biológica, que é a idade real de nosso organismo, é o que vai contar daqui para frente. Podem rasgar as carteiras de identidade, pois, idade cronológica é um parâmetro ultrapassado, que não vai ter mais qualquer valor de agora em diante.
Já existem exames que aferem os marcadores metabólicos e biológicos do envelhecimento determinando assim qual a nossa vida real (biológica), e a que velocidade cada um de nós está envelhecendo.
Além do mas, já se pode quantificar com precisão os níveis de deficiências múltiplas hormonais e vitamínico-minerais, permitindo que a reposição de todos os elementos que o nosso organismo apresenta deficiências seja feita de forma individualizada.
Os resultados desta forma de encarar o envelhecimento humano sob a ótica da fisiologia, são absolutamente animadores.
Assuma um compromisso sério de mudar a sua vida, venha para Reviver e acredite: podemos envelhecer de forma ativa, saudável, feliz e produtiva.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Bom Dia a Todos!!!

Os hormônios não caem porque nós envelhecemos. Nós envelhecemos porque a produção de hormônios cai . . .

Os Hormônios e o Envelhecimento



Os hormônios não caem porque nós envelhecemos. Nós envelhecemos porque a produção de hormônios cai . . .


Já se vão mais de cinco décadas desde que os primeiros pioneiros ousaram em desafiar a menopausa e iniciaram a terapia de reposição hormonal.
Naqueles tempos as coisas eram feitas de maneira empírica e quase heróica, uma vez que o fenômeno da menopausa era algo não muito bem compreendido, além de aceito até mesmo pela ciência médica como uma fase “normal” da vida.
Por outro lado, não havia como aferir o momento exato em que uma mulher entrava em deficiência hormonal e inexistiam controles laboratoriais para avaliar a resposta clínica ao uso dos hormônios.
Para dificultar ainda mais as coisas, os hormônios utilizados naqueles tempos eram artificiais e administrados em doses literalmente cavalares.
Este contexto, como seria de se esperar, produziu benefícios mas também efeitos adversos, dentre os quais o mais temido de todos: o aumento do risco de câncer.
Ao longo de todo este tempo avanços importantes foram obtidos, e ao contrário do que muitos ainda persistem em acreditar, reposição hormonal está longe de ser um tratamento de beleza para rejuvenescer e que pode causar câncer.
Reposição hormonal significa retardar de modo consistente os processos do envelhecimento humano, além de contribuir para a manutenção da qualidade de vida.
O grande quebra-cabeças é que estamos atingindo expectativas de vida cada vez maiores em um curto intervalo de tempo, de modo que os nossos sistemas glandulares produtores de hormônios ainda não tiveram o necessário tempo para adaptação, entrando em falência e esgotamento muitas décadas antes do final da vida.
É curioso observar que a natureza tem regras muito rígidas para todos os animais. Os seres vivos não vivem muito além da fase em que esgotam a capacidade de reproduzir, sendo o homem um dos poucos animais que conseguem quebrar estas regras.
Pagamos um preço muito elevado por tal insolência, uma vez que, a partir do momento que a produção de hormônios começa a declinar, todo o processo de fabricação de proteínas no nosso organismo passa também a sofrer um agudo declínio, acelerando de forma intensa o envelhecimento.
Os estudos da última década na área dos hormônios, não só confirmam como consagram um novo e bem mais abrangente conceito: o de modulação hormonal.
Ao contrário do que se acreditava, nós humanos temos, na verdade, não apenas uma grande pausa, mas inúmeras pausas diferentes, que acometem indistintamente homens e mulheres, instalam-se de maneira própria em cada pessoa, com níveis de intensidade e em idades completamente distintos para cada um de nós.
Abandonou-se aquela idéia de que apenas repondo estradiol na menopausa estaríamos fazendo muito pelas nossas clientes.
O que há, de fato, é a busca por um equilíbrio na produção de uma vasta gama de hormônios, já existindo marcadores para avaliar o momento exato em que cada um deles começa a declinar, permitindo que a reposição possa ser prontamente iniciada, igualmente para homens e mulheres.
É por demais oportuno lembrar que as múltiplas deficiências destes hormônios em conjunto, podem fazer com que o envelhecimento passe a ocorrer a uma velocidade muito maior.
É importante compreendermos que os hormônios não caem porque nós envelhecemos.
Nós envelhecemos porque os nossos hormônios caem ...
Do arsenal disponível atualmente, os principais hormônios usados na modulação, com algumas das suas principais funções, são brevemente descritos a seguir. Estradiol – é o grande hormônio da menopausa. Exerce incontáveis e importantíssimas funções: síntese de colágeno, proteção cardiovascular, redução do risco de osteoporose, redução do risco de Alzheimer, redução do risco de câncer colorretal, redução do risco de cegueira, preservação dos dentes, manutenção do trofismo urogenital. Hormônio do crescimento humano (HGH) – usado em homens e mulheres, reduz a gordura corporal de forma dramática,aumenta a massa muscular, estimula o desejo sexual, aumenta a resposta imunológica, melhora os níveis de energia e a performance cerebral, além de reduzir o processo de enrugamento da pele. Testosterona – primordialmente utilizado em homens, aumenta de forma notória o rendimento cardíaco e resistência ao esforço físico, recupera as funções e o desejo sexual, além de ter um efeito hipoglicemiante, contribuindo decisivamente para a normalização da glicemia no diabetes tipo II. DHEA – usado em homens e mulheres, estimula o sistema imunológico, o desejo sexual, age como poderoso anti-oxidante e regula as funções do cortisol, hormônio do stress, responsável por vários efeitos nocivos ao nosso organismo. Melatonina – poderoso anti-oxidante, reduz os processos de oxidação e envelhecimento celular, além de ser um indutor da produção de serotonina, proteína responsável pela indução do sono profundo e natural. Usado em homens e mulheres. Extrato natural de hormônios tireoidianos – usado nos dois sexos, evita a conversão inadequada dos hormônios ativos da tireóide, e, diante do hipotireoidismo, apresenta resultados clínicos superiores a qualquer outro produto de origem sintética.
Para finalizar, é importante destacar que todos estes hormônios são biologicamente idênticos aos produzidos no nosso próprio organismo, permitindo que a sua suplementação seja realizada de forma segura e fisiológica.


 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Boa Semana a Todos!!!

Sejam todos muito bem-vindos ao mundo da medicina antienvelhecimento



Saúde significa que seu corpo, sua mente e sua energia estão harmonizados em seu máximo potencial.

A expectativa de vida em Roma antiga (400 ac), girava em torno de 24 anos. Por volta da idade média ( séc XV-XVI ), era de 33 anos. Na terceira década do século que ora findou, de 50 anos.

Nem a mais fértil das imaginações, seria capaz de conceber o que acontece com os parâmetros da longevidade humana nos dias atuais. Nunca verdades científicas, dogmas e conceitos “sólidos e imutáveis”, tiveram vida tão efêmera quanto agora.

Tomemos como referência o que acontece na nação mais rica do planeta.

O grupo populacional que atualmente mais cresce nos Estados Unidos, é o de pessoas com mais de 85 anos, a uma velocidade quase seis vezes maior que o resto da população. É também, neste grupo, que se concentram os maiores problemas, uma vez que 60% daquelas pessoas necessitam de cuidados e assistência médica diários, e 52% sofrem de demência de Alzheimer. No ano que passou, a conta de saúde dos Estados Unidos atingiu números estratosféricos. Existem, atualmente, mais de cento e dez milhões de americanos submetendo-se a algum tipo de tratamento para as chamadas "doenças próprias e degenerativas da velhice", gerando um gasto de 850 bilhões de dólares anuais!

Para se ter uma idéia do tamanho destes números, todo o volume de exportações do Brasil no ano de 2004, atingiu a casa dos 100 bilhões de dólares.

Para complicar as coisas, de cada dez pessoas que nascem hoje nos países do primeiro mundo, pelo menos sete irão atingir e ultrapassar os 100 anos de idade, e, dentro de 25 anos, a proporção entre “idosos” e recém nascidos será de 15: 1, ou seja, para cada pessoa que nascer, teremos quinze pessoas com mais de 65 anos de idade.

Os cálculos mais otimistas apontam para um completo colapso do sistema de saúde americano em duas décadas, uma vez que não é mais possível continuar aplicando o mesmo modelo obsoleto e caríssimo de medicina curativa, submetendo pessoas de idades cada vez mais avançadas a um número cada vez maior de remédios, para tratar ou aliviar as mesmíssimas doenças.

O nosso país também caminha a passos semelhantes, posto que perdemos o status de “país de jovens”.

O IBGE acaba de publicar um preocupante estudo, aonde foi acompanhado o crescimento populacional brasileiro por faixa etária. Os números não deixam dúvidas: enquanto a população de jovens ( 0 a 19 anos ) cresceu 2,5%, a população de “velhos”( acima de 70 anos), cresceu 68%. Isto significa que, no Brasil, a população de “velhos” aumenta a um ritmo 26 vezes maior que a de jovens!

Urge que as pessoas tomem conhecimento destes novos paradigmas. É necessário que acordemos todos para esta nova e espantosa realidade.

Só existe uma maneira viável de conjugar qualidade e quantidade de vida. É apostar todas as fichas nesta nova e revolucionária maneira de pensar e fazer medicina: a medicina anti-envelhecimento, que entende saúde como algo muito mais profundo do que simplesmente “não adoecer”. Saúde, significa que seu corpo, sua mente e sua energia estão harmonizados em seu máximo potencial, permitindo que cada segundo seja pleno e glorioso, e sua vida repleta de paixão e entusiasmo!

É chegado o momento de deixarmo-nos “contaminar”por esta medicina de revolucionários.

Atingir o máximo de saúde e bem-estar, agora está ao simples alcance das suas mãos.

Sejam todos muito bem-vindos ao mundo da medicina antienvelhecimento !


Autor: Dr. Ítalo Rachid

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Bom Dia !!!

ANTIOXIDANTES E RADICAIS LIVRES INDUZIDOS PELO EXERCÍCIO FÍSICO.

 

Os Radicais Livres (RL) são formados durante os processos oxidativos da produção de energia. A respiração intensificada durante a atividade desportiva é acompanhada por uma produção maior de RL, que poderá ser aumentada, ainda mais, pela temperatura corporal elevada e maior nível dos hormônios do estresse.
Existem compostos antioxidantes que circulam no sangue que podem ajudar a reduzir o dano induzido pelos radicais livres (vitaminas C, E, Beta Caroteno).
Radical Livre é um átomo capaz de existir independentemente por um período de tempo extremamente pequeno, contendo um ou mais elétrons que não formam pares. São também chamados espécies reativas de oxigênio, com potencial de causar danos extensos ao organismo. As reações dos radicais livres envolvem a doação ou aquisição de um único elétron . Isto tende a criar outro radical, à partir do qual o processo poderá ser repetido, gerando reações em cadeia.
O desempenho desportivo altamente intensivo gera intensa produção de radicais livres e danos celulares correlatos. O consumo de oxigênio para a produção de energia aeróbica aumenta cerca de 20 vezes e o mesmo ocorre com a produção de radicais livres, pois ambos os processos estão inter-relacionados quantitativamente.
Os RL podem resultar da depleção de energia no músculo esquelético. Há aumento da auto oxidação de catecolaminas e produção de óxido nítrico, resultando em mais formação de RL.
A dor muscular após sessão intensa de exercícios em indivíduos menos treinados pode ter relação com os RL.
A suplementação antioxidante pode exercer efeito no caso de diminuição das defesas. A suplementação com vitamina E reduz o dano tecidual pós-exercício, assim como a glutationa aprimora o desempenho, prevenindo a oxidação induzida pelo exercício.
As vitaminas C e QIO, se administradas em altas doses, podem ter ação pró-oxidante, potencializando a geração de radicais livres.