quarta-feira, 13 de junho de 2012

Chá para a Menopausa - Receita Natural

A menopausa representa o fim do período reprodutivo feminino. Nessa fase, o organismo da mulher passar por várias alterações, principalmente hormonais, que costumam ocasionar uma série de sintomas como: ondas de calor, insônia, irritabilidade, depressão, dores de cabeça, palpitações, dentre outros.
Por isso, em muitos casos os médicos recomendam a reposição hormonal, para que esses sintomas sejam amenizados. Algumas ervas e produtos naturais também podem auxiliar nesse processo, minimizando os efeitos da menopausa. O chá que ensinamos a seguir é indicado como tratamento alternativo para reduzir os sintomas desagradáveis da menopausa, lembando sempre que um médico dever ser consultado.

Alquemila

Você vai precisar de:

50 g de alquemila
50 g de mil folhas
50 g de sálvia

Modo de Preparo:

Misture todas as ervas e guarde em um recipiente com tampa. Para preparar um xícara do chá, acrescente 1 colher (chá) da mistura em 250 ml de água fervente. Deixe em infusão por 10 minutos, coe e tome ainda morno.

Posologia

Tomar 2 xícaras do chá durante o dia: uma pela manhã, outra à noite.

Dicas

Se você está passando pela menopausa, uma dica interessante é incluir a linhaça em sua alimentação. O cereal contém lignana, uma substância que imita a ação do estrógeno, funcionando como uma “reposição hormonal natural”.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Mergulhe no que te dá vontade.

Porque a vida não espera por você!

                                                         

                                                Feliz dia dos Namorados!!!

QUE TAL UM DIA DOS NAMORADOS MAIS SAUDÁVEL

MANTENHA A FORMA NAS FESTAS - PETISCOS SAUDÁVEIS



Patê de abacate batido com atum e azeite: receita deliciosa, fácil de fazer e super saudável.Tanto o abacate, como o atum e o azeite contém gorduras do bem que aumentam o metabolismo e controlam os níveis de insulina. Hormônio que em excesso, estoca gordura e aumenta o apetite.

Ameixa: É altamente energética. É indicada no combate a hemorroidas e recomendada em casos de prisão de ventre, por seu poder laxativo. Possui grande quantidade de fósforo, o que contribui no tratamento de fraqueza geral e debilidade cerebral. Rica em vitaminas do complexo B, também é indicada na prevenção de doenças como reumatismo, artrite e arteriosclerose. Ainda tem abundância de niacina, fibras, vitamina C e potássio. Mas, deve ter seu consumo controlado, pois excessos podem afetar os rins.

Amêndoa: Possui grande quantidade de fibras, zinco e ômega-3. É a campeã em vitamina E, prevenindo o organismo contra toxinas e efeitos nocivos da poluição. É uma excelente opção de lanche, embora seu consumo deva ser controlado, já que é calórico.

Avelã: É a fruta seca mais rica em cálcio, nutriente essencial para manter os dentes fortes e prevenir a osteoporose. Possui, ainda, vitaminas C e B-1, que ajudam as células a produzirem energia por meio de carboidrato.

Castanha de caju: Essa fruta é rica em carboidratos e proteínas. Possui ferro, cálcio, fósforo, sódio e inúmeros tipos de aminoácidos, inclusive o argimino, que se converte em óxido nítrico, alargando as artérias, diminuindo a pressão sanguínea e auxiliando no controle da hipertensão. Também é formada por fitoquímicos e fitoesteróis, elementos anticancerígenos. É abundante em fibras e em gordura monossaturada, que ajuda no aumento dos níveis de HDL, o bom colesterol.

Castanha do Pará: É considerado um alimento extremamente nutritivo, devido a sua elevada quantidade de proteínas. Por conta de seu grande teor de vitamina E e de selênio, é também considerado o mais rico alimento em substâncias antioxidantes, importantes no combate aos radicais livres, que danificam as células, causam doenças e aceleram o envelhecimento. Apenas uma castanha do Pará por dia fornece a quantidade de selênio que o corpo necessita.

Damasco: Esse tipo de fruta seca é rico em vitaminas A e B, além de conter uma grande quantidade de ferro, fundamental no transporte de oxigênio para as células. Contêm poucas calorias, não têm gordura e é altamente nutritivo.

Noz: Abundante em ômega-3, a gordura que protege contra doenças cardiovasculares, esse tipo de fruta seca possui vários minerais, além da arginina, um aminoácido fundamental para a circulação do sangue e ao sistema imunológico. O alimento possui outros nutrientes, como a vitamina E, que auxilia na prevenção de doenças como o Mal de Alzheimer, e a vitamina B-6, que atua também na produção de glóbulos vermelhos.

Pistache: Possui como nutrientes cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, selênio e vitaminas A, B-1 e B-6, esta última fundamental para a produção de hormônios e ao bom funcionamento cerebral. O produto também é rico em fibra e em gordura monoinsaturada, que ajuda no aumento dos níveis do bom colesterol. O pistache tem, também, elementos que ajudam as células a produzir energia e que atuam na produção de hemoglobina, que transporta oxigênio ao sangue, além de auxiliar na reparação e cicatrização de feridas, por conta do zinco presente na fruta.

Tâmara: Também é considerada uma opção muito energética, devido ao alto conteúdo de hidratos de carbono simples e complexos nela presentes. É rica em ferro, potássio, cobre, magnésio e cálcio. Possui açúcares complexos, que são metabolizados pelo organismo de forma demorada. Isso é vantajoso para quem precisa de energia por um longo período de tempo. Vitaminas A, B e C também completam a constituição da fruta. A tâmara é aconselhada para quem sofre de alterações hepáticas e de anemia. Atua também como suave laxante Ajuda, ainda, na prevenção de gripes, viroses e outros tipos de infecções nos aparelhos respiratório e urinário

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Bom Dia a Todossss!!!!

TESTOSTERONA NA MULHER


A testosterona é um hormônio esteróide ( formado a partir do colesterol) essencialmente masculino, mas importantíssimo na mulher também, apesar delas produzirem 20 a 30 vezes menos do que os homens.é um hormônio esteróide ( formado a partir do colesterol) essencialmente masculino, mas importantíssimo na mulher também, apesar delas produzirem 20 a 30 vezes menos do que os homens.

Um pouco de fisiologia:
Antes da menopausa a testosterona nas mulheres é produzida pelos:
  • Ovários (25%) que são estimulados pelo LH (hormônio da hipófise),
  • Supra- renais ou adrenais (25%)
  • Conversão periférica a partir da androstenediona e da DHEA (50%)
Após a menopausa a produção total de testosterona cai drasticamente, mas continua sendo produzida em menor quantidade pelas adrenais.
A deficiência de testosterona pode ter conseqüências sérias, tanto físicas como mentais, prejudicando a saúde da mulher. Os sinais e sintomas variam dependendo da etapa da vida na qual a deficiência de testosterona ocorre.

Veja a formação dos hormônios esteróides entre eles a testosterona. Se chamam esteróides porque são formados a partir do colesterol.



CAUSAS DA SUA DIMINUIÇÃO:
  • Menopausa
  • Insuficiência adrenal
  • Uso (atual ou prévio) de anticoncepcionais hormonais
  • Retirada dos ovários – ooforectomia
  • Insuficiência parcial dos ovários em produzir testosterona
  • Xenoestrógenos ambientais, ex . bisfenol
  • Medicamentos como alguns antidepressivos, fluoxetina por exemplo.
  • Stresse excessivo já que o cortisol (hormônio do stress) bloqueia a testosterona.

Como podem notar não é apenas a mulher no pós menopausa que tem que ter seus níveis hormonais dosados.

A queda deste hormônio pode ocorrer nas mais diversas idades.

Em mulheres jovens usuárias de anticoncepcionais hormonais encontram -se níveis baixíssimos deste hormônio o que pode acarretar diminuição importante da libido.

Além disso, o anticoncepcional diminui a quantidade de testosterona livre já que estimula a produção pelo fígado de uma proteína chamada de Globulina Ligadora de Hormônio Sexual ( SHBG) . Esta proteína se liga de forma muito intensa a testosterona diminuindo sua forma ativa , a forma livre.

Esta situação ocorre tanto nas usuárias de pílula como na mulheres que fazem reposição hormonal na menopausa com hormônios tomado pela boca ( via oral).

Os níveis de SHBG em usuárias de pílulas costumam ser tão altos que o laboratório precisa fazer duas vezes o mesmo exame para chegar num resultado. Caso use pílula,peça este exame ao seu médico e notará um nível bem acima do valor de referência com a seguinte mensagem no laudo do laboratório :" exame repetido e confirmado com diluição da amostra".

Algumas jovens tomam pílula porque alegam ter ovários micropolicísticos. Esta situação pode ser normal conforme a fase do ciclo em que se faça o Ultra- Som.

Ovário micropolicístico é totalmente diferente de Síndome dos Ovários Policísticos ( SOP). Nesta segunda situação seria aceitável o uso de pílulas. Diga - se de passagem que esta síndrome pode ser tratada com hormônios bioidênticos também.
Na Síndrome dos Ovários Policísticos, que ocorre em 6 a 10% das mulheres em idade reprodutiva , nem sempre temos ovários polícisticos , mas em geral temos:
  • Aumento de insulina - resistência a insulina
  • Excesso de pelos , acne e queda de cabelo
  • Sobrepeso e obesidade em pelo menos 50% das pacientes
  • Alterações menstruais e/ou ovários policísticos
  • História familiar em grande parte dos casos mas não em todos

SINTOMAS/SINAIS E ALTERAÇÕES LABORATORIAIS DE TESTOTERONA BAIXA:
  • Diminuição ou perda do deseja sexual
  • Diminuição dos feromônios que são liberados através da pele para chamar atenção masculina quando a mulher está ovulando.
  • Diminuição da auto-estima e da autoconfiança
  • Falta de iniciativa e de vontade se cuidar
  • Aumento de gordura corpórea
  • Diminuição de massa muscular esquelética
  • Diminuição de massa óssea
  • Diminuição do colesterol bom ou HDL
  • Aumento importante da Globulina Ligadora de Hormônio Sexual (SHBG)
  • Menor tônus muscular
  • Fraqueza

COMO DIAGNOSTICAR?

Queixas clinicas associadas a alterações laboratoriais.

COMO TRATAR?

Reposição hormonal com testosterona transdérmica (creme ou gel de alta absorção).
Esta forma se assemelha muito a fisiologia, sendo muito mais natural que outras formas de reposições


COMO É FEITO O ACOMPANHAMENTO?

As dosagens no primeiro ano de tratamento devem ser feitas a cada três meses para que não hajam efeitos desagradáveis. Tais efeitos só ocorrem em casos de doses excessivas. (ver abaixo)
Desta forma conseguimos determinar qual a dose diária ideal de testosterona para cada mulher.
A partir do segundo ano as dosagens podem ser feitas a cada seis meses.
Mulheres devem apenas receber testosterona quando ainda menstruam ou quando fazem reposição de hormônios ovarianos na menopausa como estradiol e progesterona.

QUAIS OS EFEITOS COLATERIAS?:

Tudo em excesso não é bom e esta afirmação também é válida para hormônios. Quando temos níveis supra -fisiológicos de testosterona, em geral maior que 100 ng/dl, podemos perceber o aparecimento gradual de acne e pêlos.

Efeitos colaterais como aumento do gogó, aumento de clitóris, masculinização da face, crescimento excessivo de pelos e acne, aumento demasiado de massa muscular ,alterações da voz e alterações menstruais são vistos em mulheres que fazem uso indiscriminado de derivados deste hormônio, de forma não criteriosa e apenas para fins estéticos. Em geral estas mulheres usam derivados da testosterona com potência muito mais elevada e em grandes quantidades. Exemplo de hormônios utilizados: Deca Durabolin ( nandrolona ) , Durateston ( tem 4 ésteres de testosterona), Winstron( estanazolol) e Anavar ( oxandrolona).

O nome entre parênteses é a substância ativa. Note que nenhum é a testosterona bioidêntica.
Como sempre preconizamos o uso de testosterona bioidêntica esta é passível de ser dosada no laboratório , assim fica fácil controlar seus níveis sanguíneos.

Tendo a testosterona bioidêntica uma curta duração no organismo ( meia vida), qualquer sinal de efeito colateral é facilmente revertido com a suspensão temporária do hormônio ou dimuição da dose.Ao contrário dos outros hormônios citados.

Faço uma analogia com um copo d água que é muito verdadeira : repor hormônios bioidênticos é como encher um copo que está vazio.Se encher demais irá derramar e se ficar vazio não mata a sede.

QUAIS AS CONTRA - INDICAÇÕES?
  • Câncer de mama ou endométrio em atividade ou tratado a menos de cinco anos
  • Sangramento uterino de causa indeterminada
  • Níveis altos deste hormônio
  • Síndrome dos Ovários Policísticos
  • Câncer hormônio dependente
Como usamos este hormônio pela pele e não pela boca, história de trombos ou infarto do miocárdio não contra indica o tratamento tendo em vista que o uso oral de hormônios sexuais aumentam fatores de coagulação, enquanto o uso pela pele exerce efeito exatamente contrário.


IMPORTANTE:

A qualidade do produto manipulado para que haja a absorção adequada do hormônio biodêntico.

Apenas um adendo para relembrarmos a filosofia da modulação hormonal do Anti aging pregado pela Longevidade Saudável :
www.longevidadesaudavel.com.br
  • Doses baixas e contínuas por longos períodos com hormônios bioidênticos, se aproximando ao máximo de fisiologia humana. Dosagens periódicas para controle rigoroso dos níveis hormonais também são importantes.
  • Modo de usar: via transdérmica o que proporciona níveis estáveis na corrente sanguinea e não há a primeira passagem pelo fígado.

DESTAQUE:
Estudo do renomado THE JOURNAL OF CLINICAL ENDOCRINOLOGY & METABOLISM de abril de 2011 diz que níveis altos altos de testosterona aumenta massa óssea, massa magra e diminui gordura em mulheres mais velhas.
Leia e confira:


sábado, 9 de junho de 2012

Bom Dia a Todosssss!!!

ANDROPAUSA - QUEDA DE TESTOSTERONA NO HOMEM


A andropausa ou pausa dos hormônios androgênicos, ou ainda diminuição dos níveis de testosterona nos homens, pode ocorrer nas mais diversas idades, muitas vezes não tendo correlação apenas com o envelhecimento.

Nas mulheres, os hormônios ovarianos caem abruptamente o que proporciona os famosos fogachos ou ”calores da menopausa”, fazendo com que elas procurem o tratamento hormonal.

Em contrapartida, nos homens a queda da testosterona é gradual e crônica, fazendo com que muitos homens não a percebam.

Outro problema é o preconceito masculino de admitir que estejam com este tipo de problema.

Estas situações fazem com que a grande maioria dos homens em andropausa não recebam tratamento adequado.

A queda da testosterona deveria ser tão preocupante para médicos e pacientes quanto hipertensão e colesterol alto, pois o coração tem milhões de receptores para este hormônio.

Clique e veja os efeitos cardiovasculares da testosterona:

Nos EUA apenas 7% dos homens com queda de testosterona estão em tratamento.
A queda da testostosterona pode começar a ocorrer aos 30 anos de idade. Porém, vemos homens mais novos com níveis baixos deste hormônio, principalmente quando associado à obesidade, estresse, contaminação ambiental por xenostrógenos e uso prévio de anabolizantes.

Um pouco de fisiologia:
A hipófise, uma glândula cerebral, libera dois hormônios que se chamam LH e FSH.
Ambos, a partir da puberdade, vão até os testículos e estimulam a liberação de testosterona e espermatozóides.
O ápice da testosterona ocorre em geral aos 25 – 30 anos, idade em que seus níveis podem começar declinar.
Formação dos hormônios esteróides – formados a partir do colesterol


Veja a principal matéria prima para a formação de testosterona e dos outros hormônios esteróides: o colesterol.
Assim, níveis de colesterol total abaixo de 140mg/de comprometem toda a sua produção de hormônios esteróides.
O que muita gente não sabe é que níveis baixos de colesterol são tão ruins ou pior que níveis altos.

Causas da sua queda:
  • Queda natural que ocorre ao longo da vida em função da menor sensibilidade dos testículos aos pulsos LH e FSH
  • Falha testicular primária
  • Uso de anabolizantes
  • Contaminação por xenoestrógenos ambientais ex. bis fenol em embalagens plásticas
  • Estresse
  • Medicamentos
  • Obesidade

A importante enzima aromatase - a conversão de TESTOSTERONA em ESTROGÊNIO

As células de gordura produzem uma enzima chamada aromatase.
Esta enzima transforma testosterona em estradiol e estrona (hormônios primariamente femininos).
O envelhecimento e a obesidade, potencializam a ação da aromatase diminuindo os níveis de testosterona e aumentando os níveis de estradiol e estrona
O estradiol e a estrona em altos níveis causam impotência, baixa libido, irritabilidade, cansaço, aumento de mamas (ginecomastia) e até câncer de próstata.
A boa notícia é que é totalmente possível bloquear aromatase bloqueando a conversão de testosterona em estradiol e estrona.
A má notícia é que a maioria dos homens que fazem reposição de testosterona não tem seus níveis de estradiol dosados.
Níveis altos de estradiol são tão ruins quantos níveis baixos de testosterona.
O estradiol bloqueia a testosterona, caso ele esteja alto. Os receptores são muito parecidos.
Os famosos “bombados” de academia já sabem disso há muito tempo e fazem uso de medicações que bloqueiam completamente a aromatase para evitar o aumento das mamas ( ginecomastia).
Porém não sabem que a aromatase deve ser bloqueada de forma parcial, já que níveis adequados de estradiol (nem altos e nem baixos) no homem também são muito importantes.
É este hormônio que sensibiliza os receptores da testosterona no cérebro e além disso são responsáveis pela formação de massa óssea.

Sinais e sintomas típicos encontrados em idosos com queda testosterona e aumento de estradiol :
  • Ombros encurvados e atrofiados
  • Perda de massa muscular
  • Dificuldade para caminhar e fazer as atividades diárias
  • Irritado e lábil emocionalmente
  • Déficit cognitivo: piora da memória e do raciocínio
  • Voz fina
  • Gordura abdominal aumentada
  • Auto-estima baixa
  • Impotência
O câncer de próstata e a testosterona
O único motivo que levou os médicos a pensarem que a testosterona causasse câncer foi que um dos tratamentos para este câncer consiste em bloquear este hormônio. O câncer em atividade se alimenta de testosterona, mas em pessoas sem câncer ela protege.
A maior incidência deste câncer ocorre em homens na terceira idade que já possuem baixos níveis de testosterona e altos níveis de estradiol. É o desbalanço entre este dois hormônios associado a outros fatores que leva ao câncer

Leia este artigo publicado num importante jornal de endocrinologia e comprove:

Quadro clínico da andropausa:
  • Baixos níveis de energia
  • Apatia
  • Irritabilidade
  • Diminuição do tônus muscular
  • Aumento de peso
  • Aumento de mamas
  • Homens que duvidam de tudo e sem perspectivas
  • Baixo desejo sexual
  • Impotência
  • Falta de pelos
  • Não apaixonados
  • Medo
Enganam - se homens que pensam que só porque estão com o desejo sexual normaL, não estão na andropausa. Antes de a libido cair todos os sintomas citados aparecem primeiro, e quando a impotência se instala demora – se mais para revertê-la apenas com testosterona.

Quadro laboratorial da andropausa
  • Queda da testosterona total
  • Aumento do estradiol (hormônio feminino que bloqueia os receptores da testosterona)
  • Aumento da Globulina Transportadora de Hormônios Sexuais ou SHBG. Esta globulina em níveis elevados diminui a testosterona livre e a testosterona biodisponível
  • Aumento de FSH e LH
  • Apenas um dos itens ocorrendo, associado ao quadro clínico citado acima se indica a reposição de testosterona biodêntica transdérmica
Como é o tratamento?
Reposição, hormonal com testosterona bioidêntica (creme ou gel de alta absorção) com dose individualizada.
Bloqueio parcial da aromatase para controle dos níveis de estradiol.
Lógicamente que o tratamento é temporário se a causa não for ligada ao envelhecimento. Como dito acima, situações estressantes agudas ou crônicas podem diminuir a testosterona temporariamente, por exemplo. E em casos assim o tratamento é também é temporário.

Como é o acompanhamento?
No primeiro ano os níveis hormonais devem ser dosados a cada três meses e no segundo ano a cada 6 meses.
Os níveis de PSA devem ser monitorados regularmente, assim como os níveis de LH, hematócrito,função renal e hepática,perfil lipídico e marcadores de inflamação como PCR – US e fibrinogênio.
O acompanhamento urológico em homens com mais de 40 anos deve ser mantido.