quarta-feira, 6 de junho de 2012

DESVENDANDO A TPM -TENSÃO PRÉ MENSTRUAL,


Síndrome da tensão pré-menstrual (TPM) é, de longe, a queixa mais comum entre mulheres que ainda não chegaram à menopausa. Estima-se que a TPM ocorra de forma severa em 2,5 a 5 por cento, e de forma mais branda em cerca de 33 por cento das mulheres. A TPM foi descrita pela primeira vez em 1931 como "um estado de tensão insuportável", uma descrição que pode ser bem entendida pela maioria das mulheres. Algumas já têm TPM a partir da época em que começam a menstruar, mas para a maioria o problema se inicia em meados dos 30 anos de idade e vai ficando cada vez pior como o passar do tempo.

Embora seja possível enumerar dezenas de sintomas para a TPM, os mais comuns são Inchaço,

·         Retenção de líquidos (com conseqüente aumento de peso),

·         Seios doloridos e com granulosidades,

·         Dores de cabeça,

·         Cólicas,

·         Fadiga,

·         Irritabilidade,

·         Flutuações no estado de humor e ansiedade.



Em mulheres com TPM violenta, a irritabilidade e as mudanças de humor podem transformar-se em verdadeiras explosões de cólera e raiva.




Por definição, os sintomas da TPM ocorrem nas duas semanas que precedem a menstruação, mas às vezes podem continuar por alguns dias durante o período menstrual.



Mas a TPM é um problema composto de muitos fatores, que precisam ser tratados tanto no nível físico quanto no âmbito emocional.



A mais provável causa de TPM é uma deficiência de progesterona (predominância estrogênica), pois muitos sintomas da TPM são correlatos aos sintomas da predominância estrogênica - principalmente a retenção de líquidos, seios inchados, dores de cabeça, alterações no humor, perda da libido e padrões insatisfatórios de sono.



Essa progesterona que deveria subir na segunda metade do ciclo menstrual, não sobe e os estrogênios acabam predominando nesta fase, e levando a todos os sintomas descritos



Então porque não repor progesterona?



Portanto a causa da TPM é orgânica e tem uma causa base. Porque então não tratar a causa base ao contrário de usar antidepressivos e tranquilizantes



O CORTISOL :

Outro fator importante é que o estresse está quase sempre presente na TPM. O estresse eleva os níveis de cortisol, o qual impede que a progesterona chegue aos seus receptores.

Com a modulação hormonal bioidêntica e o controle do stress conseguimos manusear estes altos níveis de cortisol e tratar a TPM.



Níveis normais de progesterona não significam que a suplementação não seja necessária.



É bom frisar que um exame de sangue hormonal não retrata com exatidão o que está ocorrendo na vida daquela mulher. O que ela sente nesta desagradável fase tem que ser muito mais valorizado do que um exame de sangue.

Nós médicos devemos tratar pacientes e não uma folha de exames, e infelizmente muitos médicos estão esquecendo-se de fazer isto



Tem um famoso bordão da clínica médica que cabe muito bem aqui: “A clínica é soberana”



Talvez esta situação esteja ocorrendo porque os convênios médicos obrigaram alguns médicos atender com tanta rapidez que muitas vezes não tem como conversar com o paciente o tempo necessário. Assim fica muito mais fácil ele olhar para um laudo de exames e tratar ou não tratar.




Habitualmente as pessoas dos meios urbanos tem o equilíbrio hormonal prejudicado por um conjunto de fatores:

1. Agentes do meio ambiente: o mundo moderno colocou em contato com as pessoas uma quantia incerta de substâncias que se comportam como hormônios fracos, denominados de xenoestrogênios. A maioria dessas substâncias vem de produtos derivados da indústria petroquímica. Os plásticos ocupam o primeiro lugar nessa lista pela continuidade de nossa exposição a eles. Também são importantes os pesticidas e agrotóxicos em geral.

2. Hormônios utilizados na criação de animais, especialmente o gado confinado e as aves de granja de escala industrial.

3. Utilização de substâncias estrogênicas para fins médicos, pílulas anticoncepcionais e medicamentos de reposição hormonal à base de etinil estradiol e assemelhados.

4. O stress pode induzir a uma série de problemas hormonais, uma vez que o cortisol é um hormônio que faz parte de rede de transformação dos hormônios esteróides.

5. Equívocos alimentares, principalmente o uso de açúcar, farináceos não integrais, e os carboidratos de modo geral.

6. Fito estrogênios impróprios para o consumo humano, principalmente as isoflavonas da soja, naqueles derivados não fermentados, ou seja: aqueles mais utilizados na sociedade de consumo, leite de soja, fórmulas infantis com soja, lecitina de soja, carne de soja etc... (o processo de fermentação transforma a genisitina em genisteína, além de reduzir a ação dos anti-nutrientes ácido fítico e inibidores da tripsina - exemplos: tofu e missô)



Interferência na saúde da mulher:



· Síndrome de ovários policísticos - onde temos um conjunto de sintomas relacionados à ausência de ciclos ovulatórios, acnes e espinhas, principalmente na face, cólicas no fluxo menstrual entre outros sintomas.

Tratamento: progestererona biodentica trandérmica

· Síndrome dos transtornos relacionados com o fluxo menstrual - a denominação TPM é demasiadamente imprecisa e não deveria ser utilizada, pois leva a um entendimento equivocado e perverso de que a menstruação é a causa de problemas na saúde feminina. Na verdade a menstruação é apenas um marco do processo fisiológico natural. Os sintomas ao redor do fluxo são originados de um processo de desequilíbrio de forças hormonais que favorecem às oscilações de humor, dores de cabeça, cólicas etc.

Tratamento: progestererona biodentica trandérmica



· Miomas - o crescimento anormal de massas de tecidos muscular no corpo do útero, que geralmente se manifesta em torno de dez anos antes do climatério, já é uma expressão da predominância estrogênica que precisa ser reparada a tempo de evitar problemas potencialmente mais graves.



Tratamento: progestererona biodentica trandérmica



· Endometriose - é um quadro de intenso desconforto abdominal, originado pela presença de ilhotas de mucosa do endométrio (a camada interna do útero) junto a porções internas do abdômen, muitas vezes presas aos ovários, trompas, e no peritônio (membrana que cobre todos os órgãos do abdômen). É causa comum de infertilidade, e está cada vez mais comum.

Tratamento: progestererona biodentica trandérmica



· Câncer - o câncer de mama é o pior de todos os quadros possíveis de um desequilíbrio hormonal do tipo predominância estrogênico. Os estudos mais sérios acusam o estradiol e seus assemelhados industriais (etinil estradiol, o mais comum) como o grande causador de câncer de mama, e também de endométrio

Tratamento preventivo: progestererona biodentica trandérmica





Um dos equívocos dos médicos que tentam tratar a TPM com progesterona é pensar que progestina sintética é a mesma coisa que progesterona. Dar progestinas a uma mulher com TPM é o mesmo que jogar gasolina no fogo - para a maioria das mulheres, isso só vai tornar os sintomas dramaticamente piores.



A questão do estresseA PROLACTINA

Além do cortisol o estresse também eleva o nível de um hormônio chamado prolactina, que é mais conhecido por ser o hormônio que estimula a produção de leite nos seios. Altos níveis de prolactina reduzem a produção de progesterona, que por sua vez estimula altos níveis de prolactina. Um bom exemplo do ciclo de feedback prolactina-progesterona é uma mulher no último trimestre de gravidez, que produz cerca de 300 miligramas de progesterona por dia, via placenta. Quando ocorre o parto, a abrupta queda de progesterona sinaliza o corpo para elevar os níveis de prolactina, que estimula a produção de leite nos seios. Dessa forma, os altos níveis de prolactina suprimem a progesterona, e os baixos níveis de progesterona podem, por sua vez, estimular a síntese de prolactina.

Outros fatores que podem elevar os níveis de prolactina incluem o hipotireoidismo, herpes zoster, estrogênio, anticoncepcionais orais, além de uma variedade de medicamentos, como o L-dopa, reserpina, as fenotiazinas (remédios antipsicóticos), os antidepressivos tricíclicos e, em menor escala, o medicamento anti-úlcera metoclopramida (Reglan), além de algumas drogas vendidas sem receita médica, como os bloqueadores de histamina usados no tratamento da azia, como a cimetidina (Tagamet) e a ranitidina (Zantac).

Você pode dar ao seu corpo toda a progesterona que ele precisa, mas se ela ainda estiver competindo com o cortisol e com a prolactina (em outras palavras, se você não gerenciar o estresse de forma mais eficaz), você ainda estará usando, pelo menos parcialmente, seu sistema reserva de energia. A progesterona pode propiciar um antídoto parcial aos altos níveis de cortisol e de prolactina (e os sintomas resultantes de TPM). Mas inevitavelmente você terá que trazer seu cortisol de volta ao normal.



O Que Fazer?



1. Corrigir a predominância estrogênica (excesso de estrógenos) através de um creme com progesterona natural.



2. Corrigir os altos níveis de cortisol com exercícios moderados, atividades que causem bem estar e se indicado modulação hormonal bioidêntica com os hormônios contra reguladores do cortisol (pregnenelona, DHEA, 7 Keto Dhea, melatonina e HGH)



3.Tomar diariamente suplementos multivitamínicos e multiminerais, contendo:

·         Zinco

·         Complexo B

·         Vitamina C

·         Magnésio

·         Vitamina E

·         Omega 3 em altas doses por ser um potente anti inflamatório

·         Vitamina D em altas doses



4. Seguir uma dieta baseada em hortaliças e verduras orgânicas, frescas e ricas em Fibras, assim como frutas, nozes e cereais integrais.



5. Comer peixe duas vezes por semana.

6. Fazer um pouco de exercício físico diariamente.

O Que Evitar:

·         Pílulas anticoncepcionais.

·         Terapia hormonal que use apenas estrogênio.

·         Açúcar e carboidratos refinados.

·         Gorduras hidrogenadas (margarinas) ou gorduras e óleos insaturados.

·         Carne de gado ou frango criados em regime de confinamento (preferir o tipo orgânico, livre de hormônios, antibióticos e pesticidas).

·         Todos os tipos de pesticidas.

·         O stress crônico


Nesse contexto, vale a pena comparar os efeitos fisiológicos do estrogênio e da progesterona:

Efeitos do estrogênio
Efeitos da progesterona
cria um endométrio proliferativo
mantém um endométrio secretor
causa estimulação dos seios
protege contra o seio fibrocístico
aumenta a gordura corpórea
auxilia no uso da gordura como energia
retenção de sal e de líquidos
diurético natural
depressão e dores de cabeça
antidepressivo natural
interfere nos hormônios da tireóide
facilita a ação dos hormônios da tireóide
aumenta os coágulos no sangue
normaliza a coagulação sangüínea
diminui a libido
restaura a libido
enfraquece o controle do açúcar no sangue
normaliza os níveis de açúcar no sangue
perda de zinco de retenção de cobre
normaliza os níveis de zinco e de cobre
reduz o nível de oxigênio em todas as células
restaura a nível adequado o oxigênio celular
aumenta os riscos de câncer do endométrio
evita o câncer endométrico
aumenta riscos de câncer da mama
ajuda a prevenir o câncer da mama
restringe um pouco a função dos osteoclastos
estimula a construção óssea pelos osteoblastos
reduz o tônus vascular
restaura o tônus vascular normal
aumenta riscos de doença na vesícula biliar
necessária para a sobrevivência do embrião
aumenta o risco de doenças auto-imunes
precursora dos corticosteróides




Retirado do site: Mulherdeclasse.com

O lado emocional

Uma das razões porque freqüentemente a TPM não responde totalmente ao tratamento com hormônios naturais, suplementos vitamínicos e minerais, dieta adequada e exercícios físicos, é que existe nela um componente emocional, o qual possui um propósito subjacente e importante na vida da mulher.





Conseqüências do Declínio da Melatonina



Uma pessoa sob stress produz normalmente mais adrenalina e cortisol. Para cada molécula de adrenalina formada, quatro moléculas de Radicais Livres irão ser produzidas e com isto a probabilidade de lesão nas células aumenta. Além disto a adrenalina e o cortisol induzem a formação de uma enzima "a Triptofano pirolase" capaz de destruir o Triptofano antes que este atinja a Glândula Pineal. Com isto, nem a Melatonina é fabricada e nem a Serotonina (o que pode gerar compulsão a hidrato de carbono, com tendência a aumento de peso e depressão).

A Melatonina é uma substância anti-radical livre, portanto, antioxidante. Ela é capaz de atravessar a barreira hematoencefálica (membrana que protege o cérebro), portanto, capaz de desempenhar funções à nível neuronal. Essa ação é de fundamental importância na proteção dos neurônios contra as lesões dos radicais livres. Nosso tecido cerebral é muito mais suscetível à ação dos radicais livres que qualquer outra parte do nosso organismo e na medida em que os níveis de Melatonina vão caindo pode haver um concomitante declínio na função cerebral.

As desordens do sono podem ser também um dos efeitos do decréscimo da Melatonina. Com o envelhecimento a glândula pineal funcionaria menos e haveria uma queda na produção da Melatonina. Isso acaba fazendo com que alguns pacientes idosos reclamem da qualidade do sono ou de insônia, porém, pode ser que durmam com facilidade quando não deveriam, durante o dia, assistindo televisão, etc.

Na medida em que envelhecemos nosso Sistema Imunológico vai perdendo o desempenho vigilante, diminuindo as defesas e permitindo que nosso organismo fique mais vulnerável às constantes agressões. As pesquisas atuais têm nos sugerido haver uma importante relação entre alguns hormônios (Estrogênio, Testosterona, DHEA, Melatonina, Pregnenolona e Hormônio do Crescimento) e o Sistema Imunológico. Nesse ponto a Melatonina vem se destacando como um agente de manutenção da harmonia e do funcionamento do Sistema Imunológico.

Ela parece ser capaz de aumentar a mobilidade e atividade das células de defesa, fortalecer a formação dos anticorpos, facilitar a defesa contra os vírus, moderar a superprodução de corticóides gerados pelo stress prolongado ou repetitivo e equilibrar a função tireoideana, a qual atua diretamente na produção de importantíssimas células de defesa, os linfócitos T.
FONTE:

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Maravilha da terra,O inhame é nutritivo, melhora o sistema imunológico e, de quebra, pode ajudar a engravidar

   

Escondido sob a terra, muita gente não tem ideia dos benefícios que esse vegetal pode trazer. O consumo do tubérculo, parente do cará e da batata-doce, melhora o funcionamento do sistema imunológico, a qualidade do sangue e, por ser altamente nutritivo e medianamente calórico, é uma boa opção também para quem está de dieta. Há poucas pesquisas acadêmicas sobre as aplicações médicas, mas a experiência já elevou o vegetal à categoria de alimento funcional. "Grande parte das propriedades funcionais do inhame se deve à presença de um fito-hormônio chamado diosgenina, que há muito tempo tem sido usado pela indústria farmacêutica em geral", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional (SP).

As principais beneficiadas são as mulheres. Desde que a reposição hormonal na menopausa foi colocada sob suspeita - há várias pesquisas indicando que aumenta a incidência de câncer -, a diosgenina transformouse em um tratamento alternativo para os calores, o ressecamento da mucosa e outros sintomas que acompanham essa fase. "Um estudo avaliou a ação desse fito-hormônio na saúde da mulher pós-menopausa e concluiu que a ingestão de inhame por 30 dias equilibra os níveis hormonais", diz Roseli. "Seus efeitos são benéficos também para reduzir a irritabilidade durante a tensão prémenstrual", completa a nutricionista.

A ingestão de inhame por 30 dias equilibra os níveis hormonais

A ação da diosgenina vai muito além dos hormônios. Ela atua diminuindo a absorção intestinal do colesterol e aumentando sua excreção. "Em estudos com animais, ela também reduziu os níveis plasmáticos e hepáticos do colesterol total e aumentou a presença de enzimas antioxidantes", informa a especialista. "Esses resultados também sugerem que a diosgenina melhora o perfil lipídico dos indivíduos, além de diminuir o processo oxidativo", acrescenta.

Consumir inhame todos os dias é uma boa dica também para as mulheres que estão tentando engravidar. "O vegetal contém fitoestrógenos, que bloqueiam a ação dos estrógenos no organismo. Ao fazer isso, aumenta a ação das gonadotrofinas, o que resulta em uma quantidade maior de folículos produzidos pelos ovários, melhorando a chance de gravidez", diz Frederick Naftolin, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da escola de medicina da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos.

Durante a década de 1990, Naftolin estudou uma comunidade que vive em Salvador, descendentes de africanos e grandes consumidores de inhame, cuja taxa de gestação de gêmeos é altíssima. "Não demos continuidade ao estudo porque a comunidade é muito heterogênea, o que dificultou chegar a uma conclusão. Mas estou convencido de que o inhame pode influir na fertilidade."

Radiografia do vegetal
Veja quais são os principais nutrientes do inhame e a quantidade de calorias (por 100 gramas
Energia
116 kca
Carboidrato
27,6 g
Proteína
1,5 g
Lipídios
0,14 g
Fibras totais
3,9 g
Vitamina B1
l0,1 g
Cálcio
14 mg
Ferro
0,52 mg
Potássio
670 mg









Alimento resistente
Aprenda o que observar na hora de comprar e como o vegetal pode ser consumido. Os tipos mais comuns de inhame são o japonês e o chinês. Na hora de comprar, preste atenção à firmeza. Se tiverem áreas amolecidas ou sinais de brotação, devem estar estragados. O inhame não precisa ser conservado em geladeira, desde que fique em um local arejado. Dura até 10 semanas, mas, se guardados no congelador, chegam a resistir por seis meses. Pode ser consumido de duas formas:
Cru
Salada:
ralar, temperar com azeite, sal e limão. Se quiser, pode acrescentar outros vegetais. Suco: descascar, ralar e adicionar suco de frutas.
Cozido
Cozinhar com casca e inteiro no vapor ou na pressão. Descascar, temperar com azeite, cebolinha, salsinha e gengibre. Cozido, é usado como ingrediente de sopas, carnes, patês, pães, bolos e tortas.

por Ivonete Lucirio fotos Danilo Tanaka produção Janaina Resende

“O médico do futuro não dará remédios, mas interessará os pacientes nos cuidados com o corpo humano, a nutrição, e nas causas e prevenções de doenças”. Thomas Edison


O pH do corpo afeta toda a nossa saúde, equilibrar o pH é um passo importante para manter a saúde física, mental e emocional, é vital para a saúde de todo o nosso organismo.


O equilíbrio entre acidez e alcalinidade, e sua importância para as saúde, pode ser explicado de um modo simples. Este equilíbrio é essencial para uma boa saúde de todo nosso corpo.


O Básico
Cada solução é ou ácida ou alcalina. Essas soluções podem ser qualquer coisa como fluidos corporais, o ácido do estômago e do sangue, bebidas como vinho ou café ou a água do mar.
Acidez e alcalinidade são medidas em pH (potencial de hidrogênio). A escala de pH vai de 0 a 14, com 0 a mais ácida, e 14 o mais alcalino. O pH ácido do estômago é 1 o vinho é de 3,5, a água é 7 (neutro), o sangue venoso é 7,35, o sangue arterial é de 7,4, a água do mar é de 8,5, e bicarbonato de sódio é de 12. Idealmente, o nosso pH deve permanecer no lado alcalino: entre 7,35 e 7,45.

 


 

Mantendo nossa acidez e alcalinidade equilibrada significa que regulamentam a concentração de íons de hidrogênio nos fluidos do nosso corpo.
Um ácido é uma molécula ou íon (um íon é um átomo que carrega uma carga elétrica positiva ou negativa) que podem contribuir com um íon de hidrogênio a uma solução.
Uma substância alcalinizante é aquele que contém uma molécula ou íon que se combina com íons de hidrogênio para neutralizar os ácidos e age como um amortecedor.
Os Equívocos
Os alimentos são classificados como ácidos ou alcalinos, dependendo do efeito que têm no nosso organismo. Um ácido que forma íons de hidrogênio dos alimentos contribui para o corpo se tornar mais ácido.
Um alimento alcalinizante remove os íons de hidrogênio do corpo, tornando-o mais alcalino.
É importante notar que esta classificação é baseada em alimentos que têm efeito sobre o organismo após a digestão, e não em seu teor de acidez ou alcalinidade intrínseca.
Um equívoco comum é que, se um alimento que tem sabor ácido, terá um efeito formador de ácido no corpo. Isso não é necessariamente verdadeiro. Muitas vezes, um alimento ácido após a digestão torna o nosso organismo alcalino. As frutas cítricas são um bom
exemplo.
As pessoas dizem que os limões, por exemplo, são “muito ácidos”, mas eles são realmente os minerais alcalinizantes porque eles após a digestão ajudam a remover os íons de hidrogênio, reduzindo a acidez do corpo.
(Muitas pessoas usam o termo “resíduo” ou “cinzas” para explicar o efeito de um alimento para o corpo. Um alimento com uma cinza ácida após a digestão contribui com íons de hidrogênio, tornando o organismo mais ácido, um alimento com uma cinza alcalina após a digestão remove os íons de hidrogênio, fazendo o corpo ficar mais alcalino).
Alimentos formadores de ácidos incluem junk food, alimentos processados e aqueles que são ricos em proteína animal. Alguns alimentos alcalinizantes são: espinafre, soja, passas, cenoura, frutas e cítricos.
O Problema
Olhando para esta lista curta de alimentos formadores de ácidos e alimentos alcalinios, você pode ver onde está o problema. Norte-americanos comem muito mais alimentos formadores de ácidos do que os alimentos alcalinizantes. Infelizmente, o ácido em excesso pode causar problemas de saúde.
Acidose, ou o excesso de acidez nos tecidos do corpo é uma das causas fundamentais das doenças, especialmente as doenças artríticas e reumáticas.
Nos casos de diabetes, úlceras, hipertensão arterial, câncer, problemas cardíacos, há um desequilíbrio do pH no organismo tendendo para a acidez.
Acidose destrói os ossos, pois o corpo tem que roubar alcalinizantes minerais a partir deles, para manter o pH do sangue. “Dra. Mary Ruth comenta:” Nós nos tornamos muito cheios de ácido e, como resultado, estamos experimentando uma grande variedade de doenças que florescem no meio ácido.
“Dr. Yoshihide menciona que, “se este equilíbrio (ácido e alcalino) ficar desbalanceado, o metabolismo celular sofre, levando a vários tipos de doenças como a fadiga”.
Os sintomas comuns de um pH desequilibrado incluem azia (sensação de queimação no estômago, ácida degustação e arrotos), flatulência, arrotos e sensação de saciedade depois de comer pequenas quantidades de alimentos.
Outros sintomas podem incluir insônia, retenção de água, enxaquecas, prisão de ventre com diarréia, cansaço, sensação de queimação na língua e na boca e halitose.
“Que o teu remédio seja o teu alimento… Que o teu alimento seja o teu remédio.” Hipócrates, Pai da Medicina, de 400 aC.

A Solução
Comer uma dieta com alimentos que ajudem o organismo a manter o correto equilíbrio entre acidez alcalinidade.

A dieta ideal deve ter uma relação natural de quatro partes alcalina para uma parte de ácida.
Outros sustentam que, quanto a esta proporção um bom exercício para pessoas ativas (cria uma grande quantidade de ácido), as pessoas menos ativas podem lidar com uma dieta com uma proporção de duas partes alcalina para uma parte de ácido.
(Não tome cocaína, anfetaminas, café, nicotina, álcool ou muito açúcar. Estes fazem seu sangue ficar com o pH ácido.)
A lista a seguir dos possíveis alimentos com reação ácida e com reação alcalina, é um guia útil ao consumidor e que deverá estar sempre presente para uma averiguada freqüente.
A propósito. Vigiar o pH chega a ser mais importante do que vigiar o colesterol.

Quais são alimentos formadores de ácidos?

Alimentos formadores de ácido incluem:

Aspargos, cevada, feijão (seco), amêndoas, carne, pão, trigo, manteiga, castanhas de caju, cereais, queijo, castanhas, frango, chocolate, moluscos, óleo de fígado de bacalhau, queijo curado, Farinha de milho, caroço de algodão, ervilha, caranguejo, nata, ovos, farinha branca, avelãs, nozes de nogueira, canjica, mel, carne de cordeiro, lentilhas, lagosta, cavala, Macarrão, xarope, margarina, mariscos, cogumelos, aveia, massas, amendoim, ervilhas, nozes, romã, carne de porco, ameixa, marmelo, arroz, nabos, centeio, chucrute, salmão, espaguete, açúcar, xaropes, tapioca, peru, nozes, trigo, gérmen de trigo.

Alimentos que aumentam a alcalinidade no sangue.


Alimentos formadores de alcalinidade (alcalinos) incluem:

Ágar-ágar, couve, amêndoas, maçãs, alcachofra, banana, beterraba, folhas de beterraba, amoras, brócolis, couve de Bruxelas, bardana, repolho, melão, alfarrobas, cenoura, couve-flor, aipo, acelga, cerejas, cebolinha, coco, pepinos, endro, escarola, figo (seco), linhaça, alho, uvas, toranja, (doce), goiaba, alga marinha, repolho, alho-poró, limões, alface, limas, framboesas, manga, melão, milho, menta, melaço, amoras, melões, mostarda, nectarinas, quiabo, azeitonas, azeite, cebola, laranja, mamão, salsa, maracujá, pêssego, pêra, caqui, abacaxi, ameixa, abóbora, rabanete, uva, framboesa, ruibarbo, alface, soja, espinafre, abóbora, morangos, acelga, tangerina, nabos, óleos vegetais, agrião, melancia.
Alimentos formador de ácido e alcalino.
Deve-se notar que, porque um alimento é ácido não há qualquer indicação de que permanecerá ácido no corpo. Pode vir a se transformar em alcalino após a digestão.
Mel e açúcar mascavo geram cinzas alcalinas.
O pH do nosso organismo
A escala do pH é 0-14
0 1 2 3 4 5 6 7 saudável 8 9 10 11 12 13 14

O pH do sangue humano deve ser ligeiramente alcalino (7,35 – 7,45). Abaixo ou acima dessa faixa significa sintomas e doenças. Um pH de 7,0 é neutro. Um pH abaixo de 7,0 é ácido. Um pH acima de 7,0 é alcalino.
Um pH ácido pode ocorrer a partir de uma dieta com alimentos formadores de ácidos, estresse emocional, sobrecarga tóxica, e / ou reações imunológicas ou qualquer processo que priva as células de oxigênio e outros nutrientes.
O organismo vai tentar compensar a pH ácido, usando minerais alcalinos. Se a dieta não contém sais minerais suficientes para compensar, uma acumulação de aminoácidos nas células irá ocorrer.

Um organismo ácido irá:

Diminuir a capacidade do corpo de absorver mineral e outro nutriente, diminuirá a produção de energia nas células, diminuirá a capacidade para reparar células danificadas, irá diminuir a capacidade do corpo de desintoxicar de metais pesados, irá fazer as células tumorais prosperarem, e tornará o corpo mais suscetível a fadiga e a doença.
Um pH do sangue de 6.9, que é apenas ligeiramente ácido, pode induzir ao coma e até a morte.
A acidose é muito comum em nossa sociedade e é em grande parte devido à dieta típica muito elevada em ácidos produzida por produtos de origem animal, como carne, ovos e laticínios, e muito baixa em meio alcalino que é produzida por alimentos como frutas e legumes frescos.
Além disso, nós comemos ácidos produzidos em alimentos processados como farinha branca e açúcar como também em bebidas como café e refrigerantes.
Nós usamos drogas demais, que estão formando ácidos em nosso organismo e usamos químicos artificiais como adoçantes ou aspartame, que são venenos e são extremamente formadores de ácidos.
Uma das melhores coisas que podemos fazer para corrigir um corpo excessivamente ácido é mudar a dieta e o estilo de vida.
Para manter a saúde, a dieta deve consistir em 60% de alimentos formadores de alcalinidade e 40% de alimentos formadores de ácidos. Para restaurar a saúde, a dieta deve consistir em 80% de alimentos alcalinos e 20% de alimentos ácidos.
Geralmente, os alimentos formadores de alcalinidade incluem: a maioria das frutas, verduras, ervilhas, feijões, lentilhas, especiarias, ervas e temperos, sementes e nozes.
Geralmente, os alimentos formadores de ácidos incluem: carnes, peixes, aves, ovos, cereais e leguminosas.
Equilibrando o pH do seu corpo para alcalino
Esta carta é para aqueles que tentam “ajustar” o pH de seu corpo. A escala de pH é de 0 a 14, com números abaixo de 7 ácida (baixa de oxigênio) e números acima de 7 alcalino. Um organismo ácido é um ímã para todo tipo de doença. O que você come e bebe terá um impacto no nível de pH do seu corpo.

Equilíbrio é a chave!

Esta relação destina-se apenas como um guia geral para os alimentos alcalinizantes e acidificante.


Ranking de alimentos:
alcalinos para ácidos.
Extremamente Alcalinos.

Limões, melancia.
Alcalino
Melão, aipo, tâmaras, figos, alga marinha, limão, manga, melão, mamão, salsa, uvas sem sementes (doce), agrião.
Espargos, sucos de frutas, uvas (doces), kiwi, maracujá, pêra (doce), abacaxi, passas, ameixa e sucos de vegetais.

Moderadamente alcalino

Maçã (doce), brotos de alfafa, damascos, abacaxi, banana (madura), passas, tâmaras, figos (frescos), toranja, alho, uvas (menos doce), goiaba, ervas verdes (folhas), alface (folhas), pêras, nectarinas, pêssegos (doces), ervilha (fresca, doce), abóbora (doce), sal marinho (vegetal).
Maçãs (azeda), feijão (verde), beterraba, alface, pimentão, brócolis, repolho, couve-flor, gengibre (fresco), uva (ácida), verde (claro), laranjas, ervilhas, pêssegos, batata (com casca), abóbora (menos doce), framboesa, morango, nabo, milho doce, sucos de vegetal.
Levemente alcalino
Amêndoas, alcachofras, couve de Bruxelas, cerejas, coco (fresco), pepino, berinjela, mel (in-natura), alho-poró, cogumelos, quiabo, azeitonas (madura), cebola, picles (caseiro), rabanetes, sal do mar, especiarias, tomate (doces).
Castanhas (secas, torradas), gemas de ovos (mole cozido), o pão dos essênios, o leite de cabra, leite (cru), maionese (caseira), óleo de oliva, sementes de gergelim (inteira), soja em grão (seco), queijo de soja, leite de soja, grãos germinados, tofu, tomate (menos doce), e flocos nutricionais.
Alimentos neutros
(Manteiga fresca, sem sal), nata, margina, leite de vaca e soro de leite (cru), óleos (exceto azeite) e iogurte (simples).
Moderadamente ácidos
Bananas (verdes), cevada (centeio), farelo, manteiga, cereais (não refinado), queijos, biscoitos de centeio (não refinado, arroz e trigo), feijão, coco, ovos brancos, ovos inteiros (cozido duro), frutose, leite de cabra (homogeneizado), mel (pasteurizado), ketchup, xarope (não transformados), leite (homogeneizado).
Melaço, a maioria das nozes, a mostarda, aveia, centeio (orgânico), pasta de azeitonas (picles), (grãos integrais), massas (grão inteiro e mel), ameixas, pipoca (com sal e / ou manteiga), batatas, ameixas, o arroz, sementes (abóbora, girassol), molho de soja e pão (trigo germinado orgânico).
Extremamente ácidos
Os adoçantes artificiais, carne, cerveja, pães, açúcar, refrigerantes, cereais (refinado), chocolate, cigarros e tabaco, café, creme de trigo (não refinado), creme (com açúcar branco), medicamentos, peixes, farinha de trigo (branca, trigo), sucos de fruta com açúcar, doces, geléias, carne de cordeiro.
Licor, xaropes (transformados), melaços, macarrão (branco), doces e bolos de farinha branca, picles (comercial), carne de porco, aves, frutos do mar, o açúcar (branco), sal de mesa (refinado e iodado), chá (preto), o pão branco, vinagre branco (transformados), todo alimentos do trigo, vinho e iogurte.
Classificação dos alimentos: pH Alcalino e pH Ácido
Alcalino:
Meditação, Oração, Paz, Bondade & Amor
Extremamente formadores de alcalinidade (alcalinos) – pH 8,5-9,0.
9,0
Limões, Melancia.
8,5
Agar-ágar, Tâmaras secas e os figos, limas, manga, melão, mamão, Salsa, uvas sem sementes (doce), agrião, algas, aspargos, kiwis, sucos de frutas, Uvas (doce), maracujá, pêra (doce), abacaxi, passas, ameixa, sucos de vegetais.
Moderadamente Alcalinos – pH 7,5-8,0.
8,0
Maçãs (doce), damascos, brotos de alfafa, farinha de araruta, abacaxi, banana (madura), bagas, cenoura, aipo, cenouras, aipo, groselhas, figos (frescos), Alho groselha, uva (menos doce), toranja, goiaba, ervas verdes (folhas), alface, nectarina, pêssegos (doce), pêra (folhas verdes), ervilhas (frescas), caqui, sal marinho, espinafres.

7,5

Maçãs (azedas), brotos de bambu, feijão verde (fresco), beterrabas, pimentão, brócolis, repolho, alfarroba, gengibre (fresco), uva (ácida), alface (verde claro), laranjas, ervilhas (menos doce), batata com casca, abóbora (menos doce), framboesa, morango, milho doce (fresco), nabo.

Ligeiramente alcalino para pH neutro 7,0.

7,0
Amêndoas, alcachofras, cevada-malte, brotos, cerejas, coco (fresco), pepino, ovo
alhos-porros, misô, cogumelos, quiabo, azeitonas maduras, cebola, rabanete, sal marinho, especiarias, tomates maduros, alcachofra, castanhas (secas torradas), gema de ovo (cozido mole), pão dos essênios, leite de cabra e leite (cru), maionese (caseira), azeite, quinoa, ruibarbo, sementes de gergelim (inteiras), os feijões de soja (secos), queijo de soja, leite de soja, grãos germinados, tofu, tomate (menos doce),

Alimentos extremamente formadores de ácido – pH 5,0-5,5.

5,0
Adoçantes artificiais
5,5
Carne, refrigerantes e bebidas gasosas, cigarros (industrializados), medicamentos, Farinha (branca, trigo), carnes de cabra, ovelha, doces e bolos de farinha branca, carne de porco, açúcar (branco), cervejas, carne de galinha, chocolate, café, creme com o açúcar branco, doces, geléias, licor, sêmola, sal de mesa refinado e iodado, chá preto, pão de trigo, arroz branco, vinagre branco (transformados).
Alimentos moderadamente ácidos – pH 6,0-6,5.
6,0
Fumo do cigarro (rolo), creme de trigo(não refinado), peixes, sucos de fruta com açúcar, xarope (transformados), melaço, pickles (comercial), pães (refinados) de milho, aveia, arroz e centeio, cereais (refinados), por exemplo, flocos de milho, mariscos, gérmen de trigo, alimentos de trigo integral,
6,5
Bananas (verde), queijos (amarelo), milho e pães de arroz, ovo inteiro (cozido duro), ketchup, maionese, aveia, pasta de grão (inteiro), amendoins, batatas (sem cascas), pipocas (com sal e manteiga), Arroz (marrom), molho de soja (comercial), pão de trigo (germinados orgânicos).

Alimentos ligeiramente ácidos para neutro pH 7,0.

7,0
Xarope de malte de cevada, cevada, farelo, caju, cereais (não refinado com mel),fubá, frutose, mel (pasteurizado), lentilhas, xarope (natural), produtos lácteos (leite homogeneizado) e a maioria dos processados, noz-moscada, mostarda, pipoca e manteiga (simples), de arroz ou biscoitos de trigo (não refinado), pão de centeio orgânico (germinado), sementes (abóbora e girassol), nozes, castanhas do Brasil, manteiga (salgada), queijos, feijões, coco seco, ovos brancos, leite de caprinos (homogeneizado), Azeitonas (picles), ameixas,
nota:
Não são feitas alegações relativas à utilização terapêutica destes produtos.
Estas orientações não são destinadas a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Aconselhamos a consulta do médico especialista para ser orientado ou diagnosticado sobre o seu problema. Sinta-se livre para fazê-lo.
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